Recentemente ocorreu a aprovação da redução de tributação fiscal na venda de carros e automóveis populares no Brasil, notícia que já chega no bolso do consumidor, barateando em até 10,94% o valor dos veículos de entrada. Agora, o governo planeja incentivos para que caminhoneiros possam adquirir os veículos de carga com mais vantagens financeiras.
A equipe econômica do país, representada pelo ministro Fernando Haddad, estuda incluir incentivos à renovação da frota de caminhões no mesmo plano de medidas que trouxe redução do custo de carros populares. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já está ciente dos estudos que acontecem em parceria entre os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Caminhões mais baratos
A ideia principal dos governantes é acrescentar o desconto na aquisição de caminhões na mesma medida que barateia carros. O ministro da economia afirma que o planejamento pode ser finalizado até a quinta-feira (05) para ser inserido ao programa.
Após incluir os veículos de carga, é preciso pensar o valor da redução de preços e em quais impostos eles seriam aplicados. Além disso, a equipe econômica prever delimitar melhor os critérios e reduções oferecidos pelo programa para não gerar brechas de incompreensão. Tal situação facilitaria o processo, tanto para os revendedores quanto para os clientes.
Mesmo com a redução definida, o governo ainda deve descrever melhor como a redução dos impostos ocorrerá na prática. Além disso, a redução influencia diretamente na arrecadação fiscal. Então, é importante pensar quais os fundos do governo para não haver surpresas nos cofres públicos.
Até porque, a medida terá comepnsação para atender os requisitos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Assim sendo, não pode comprometer a meta estipulada pelo governo Lula de reduzir o déficit das contas públicas esse ano.
Assim, fica mais fácil prever o quanto precisará ser compensado pela lei após abrir mão da arrecadação fiscal. Afinal, é de onde serão extraídos os incentivos de forma que não prejudique a população brasileira de modo geral. Portanto, há possibilidade de cumprir com o objetivo de tornar o acesso a veículos facilitado, e também a caminhões, além de movimentar o mercado automobilístico do país.
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