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Celular Seguro vai enviar alertas via WhatsApp para quem comprar um aparelho roubado; saiba mais

Uma nova medida alerta via WhatsApp quem compra celular roubado por meio do Celular Seguro. Entenda o funcionamento e impacto da iniciativa!

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) está elevando o combate ao roubo e furto de celulares no Brasil. Logo, fará isso com uma abordagem inovadora por meio do programa Celular Seguro. Baseado no sucesso do Protege Celular do Piauí, que impulsionou a recuperação de dispositivos em 139%, esta iniciativa visa, agora, alcançar um público mais amplo através da plataforma nacional.

Dessa forma, saiba mais informações sobre como essa tecnologia funciona e como ela pode impactar o mercado de celulares no Brasil. Continue a leitura!

Como o Celular Seguro promove a recuperação de aparelhos?

Mãos segurando celular e mesa com xícara de café desfocada ao fundo
Imagem: GaudiLab / Shutterstock.com

Ao registrarem seus dispositivos no sistema, os usuários permitem que o MJSP rastreie seus celulares utilizando o Imei, a identidade única do aparelho. Logo, isso garante um monitoramento eficaz de dispositivos roubados ou furtados. Essa metodologia não apenas desestimula o crime, mas também auxilia na pronta recuperação do aparelho.

Assim, um diferencial do Celular Seguro está no envio de alerta ao smartphone por meio do WhatsApp assim que este for reativado por um novo usuário. A ideia é que, ao receber a mensagem de alerta, o indivíduo tome consciência da origem criminosa do aparelho e contate as autoridades para devolução.

O que é preciso saber sobre o manejo do programa Celular Seguro?

A inscrição no programa é realizada nos portais oficiais como o site do Gov.br ou o aplicativo Celular Seguro (Android, iOS). Isso abrange uma série de passos simples, em que o usuário precisa fornecer apenas o número de telefone, a marca do aparelho, e o nome da operadora.

Uma vez registrado, o usuário pode designar pessoas de confiança que, em caso de roubo ou furto, podem realizar o bloqueio do aparelho diretamente pela plataforma.

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Saiba mais sobre o funcionamento do programa

Em caso de perda ou roubo, diversas instituições financeiras, incluindo Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Nubank, juntamente com plataformas de e-commerce como iFood e Mercado Livre, participarão ativamente. Estas se comprometem a bloquear as contas associadas ao dispositivo assim que notificadas pelo usuário através do protocolo gerado pelo sistema. Em resumo:

  • O usuário registra o aparelho com informações essenciais;
  • Pessoas de confiança são indicadas para ajudar no bloqueio do dispositivo em situações de emergência;
  • Bancos e instituições parceiras ajudam no bloqueio de contas para prevenir fraudes.

Por fim, com a implementação ainda sem data definida, o novo Comitê Gestor do MJSP se dedicará a supervisionar e melhorar as operações do programa. A meta é proporcionar um ambiente mais seguro contra furtos de smartphones, garantindo também a consonância com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais para proteger a privacidade dos usuários.

Imagem: GaudiLab / shutterstock.com