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Como o crédito rotativo funciona?

Aqui você pode entender como funciona o crédito rotativo oferecido pelos bancos, além de dicas sobre seu uso. Confira!

Bruna MachadoPor Bruna Machado3 min de leitura
Imagens de alguns cartões de crédito postos em formato de leque.

Sem dúvidas, o crédito rotativo é uma das causas do grande endividamento do país. Este fato foi revelado pelo Banco Central (BC). Nesse sentido, o crédito rotativo é, portanto, uma opção oferecida pelas instituições financeiras. 

A partir disso, os bancos permitem aos usuários não pagar integralmente o valor da fatura mensal. Assim, ao optar pelo crédito rotativo, o cliente pode quitar apenas uma parte do valor total e deixar o restante para ser pago no próximo mês.

Logo, nos deparamos, com um dilema, pois, embora seja uma opção para não pagar integralmente a fatura do cartão de crédito, o saldo remanescente do mês anterior está sujeito a altas taxas de juros.

Juros do cartão de crédito rotativo

Os juros acumulados podem rapidamente aumentar a dívida, tornando-a cada vez mais difícil de ser saldada. Por isso, é importante ter consciência dos riscos envolvidos ao optar pelo crédito rotativo e buscar alternativas mais favoráveis como pagar integralmente a fatura ou buscar outras formas de empréstimo com juros que causam menos impactos financeiros.

Desse modo, gerir de forma responsável as finanças pessoais é essencial para evitar problemas financeiros no longo prazo. Ademais, existem duas categorias de crédito rotativo, na categoria regular, o cliente paga o mínimo ou o intermediário. 

Já na categoria não-regular não há o pagamento. Nesse sentido, quando o cartão de crédito rotativo está na categoria regular, há juros de 15% sobre o valor restante da fatura. Ou seja, se, por exemplo, a fatura era de R$ 1.000 e foi pago somente R$ 500, esse valor restante poderá chegar a R$ 575 no próximo mês. 

Ainda, os juros do cartão de crédito rotativo em situação irregular são surpreendentemente mais altos. Chegando a 375% ao ano, se os pagamentos não forem efetuados. Todavia, o uso dessa modalidade de pagamento foi limitado a um prazo de 30 dias como uma medida do Conselho Monetário Nacional (CMN) para mitigar o endividamento dos consumidores.

Como fugir dessa bola de neve?

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É essencial analisar cuidadosamente o valor das parcelas para garantir que possa quitá-las adequadamente e evitar uma bola de neve de dívidas. Além disso, controlar todos os gastos por meio de planilhas e anotações é uma forma eficaz de prevenção.

Devido aos juros elevados, é aconselhável pagar o valor total da fatura do cartão de crédito sempre que possível. Caso ocorra algum imprevisto financeiro, buscar uma renegociação da dívida é uma opção recomendada para lidar com a situação.

Imagem: Suradech Prapairat / shutterstock.com

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Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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