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Confira a lista com as 10 cidades com o m² mais caros do Brasil

Preços de imóveis sobem acima da inflação em 2024! Veja o valor do metro quadrado por cidade, as tendências para o futuro

O ano de 2024 tem sido marcado por uma valorização significativa no mercado imobiliário brasileiro. No mês de maio, segundo dados do Índice FipeZAP, houve um aumento médio de 0,74% nos preços residenciais nas 50 principais cidades brasileiras. Assim, esse índice mostra um panorama interessante sobre a valorização do metro quadrado no país, que alcançou uma média de R$ 8.967.

Dessa forma, o destaque vai para Balneário Camboriú, em Santa Catarina, onde o metro quadrado chegou a ser o mais caro do Brasil, custando R$ 13.145. Outras cidades como Itapema, também em Santa Catarina, e Vitória, no Espírito Santo, seguiram com valores elevados. 

No entanto, este aumento nos preços não se restringe apenas às cidades turísticas ou litorâneas, mas é um fenômeno que atinge diversas regiões do país.

Cidades com o metro quadrado mais caro no Brasil

Portanto, a lista das cidades com maior custo por metro quadrado é liderada por Balneário Camboriú e inclui outros importantes centros urbanos e turísticos. Além dessas, capitais como São Paulo e Rio de Janeiro continuam a manter sua posição entre as mais caras, evidenciando uma forte demanda imobiliária que impulsiona os preços para cima. Confira:

  1. Balneário Camboriú (SC): R$ 13.145;
  2. Itapema (SC): R$ 12.841;
  3. Vitória (ES): R$ 11.312;
  4. Florianópolis (SC): R$ 11.261;
  5. Itajaí (SC): R$ 11.107;
  6. São Paulo (SP): R$ 10.936;
  7. Barueri (SP): R$ 10.247;
  8. Rio de Janeiro (RJ): R$ 10.077;
  9. Curitiba (PR): R$ 9.845;
  10. Brasília (DF): R$ 9.180.
imóveis
Imagem: Stock-Asso / shutterstock.com

Como a inflação influencia o mercado imobiliário

O aumento das taxas de inflação impacta diretamente o setor imobiliário. Em maio de 2024, a valorização dos imóveis continuou a superar a inflação geral da economia, comparando-se com índices como o IGP-M/FGV, que registrou uma variação negativa.

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Assim, esse fenômeno indica que, apesar das flutuações econômicas, o segmento de imóveis mantém sua tendência de valorização constante. Enfim, espera-se que a valorização dos imóveis continue a seguir um ritmo acelerado pelo resto do ano, sugerindo que o momento pode ser propício para aqueles que desejam investir em imóveis.

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