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Confira como é o salário dos professores nos estados 

Alguns estados já pagam um valor superior ao piso recém definido pelo Governo Federal. Saiba mais e veja o que diz a CNM!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Professora trabalha escrevendo em quadro negro de sala de aula

Nesta semana, o Ministério da Educação (MEC) anunciou o reajuste no piso salarial dos professores de educação básica do país. O aumento foi de quase 15% e deve ser aplicado aos profissionais que cumprem pelo menos 40 horas de trabalho por semana. O novo valor vai para R$ 4.420,55. 

Com base em um levantamento realizado pelo UOL, nove estados já pagam acima desse valor, enquanto os outros discutem o reajuste para fazer os repasses.

É importante lembrar que a maioria dos profissionais de educação básica estão ligados aos estados e municípios, portanto, os pagamentos são feitos por eles. 

Assim que o reajuste foi confirmado, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) criticou a medida e alegou que não há base jurídica. 

Salário dos professores nos estados

Como citado acima, o salário dos professores é pago pelos estados e municípios. Nesse sentido, os valores variam de acordo com cada unidade federativa. Veja como é atualmente:

  • Amazonas – R$ 4.749,22;
  • Bahia – R$ 3.850,00;
  • Piauí – R$ 3.451,20; 
  • Sergipe – R$ 4.451,14;
  • Distrito Federal – R$ 5.497,13;
  • Mato Grosso – R$5.024,57;
  • Espírito Santo – R$ 4.579,20;
  • Goiás – R$ 3.845,63;
  • Maranhão – R$ 6.867,68;
  • Minas Gerais – R$ 2.350,49;
  • Pará – R$ 3.845,63;
  • Paraíba – R$ 3.564,44; 
  • Paraná – R$ 3.903,32; 
  • Rio Grande do Sul – R$ 4.038,52;
  • Ceará – R$ 5.413,18;
  • Roraima – R$ 6.103,14;
  • Santa Catarina – R$ 3.845,00; 
  • São Paulo – R$ 5.050;
  • Tocantins – R$ 3.845;
  • Rio de Janeiro – R$ 6.073,29. 

Vale ressaltar que os valores citados acima variam de acordo com a carga horária semanal dos profissionais de educação. 

O estado de São Paulo promoveu um reajuste salarial para todos os professores da rede municipal no ano passado. O Rio de Janeiro e outros oito estados ainda não confirmaram se haverá um aumento no valor atual.

Reajuste salarial para professores

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Com as críticas ao novo reajuste do piso, a CNM recomendou que os órgãos municipais não concedam aumento no salário dos professores.

Conforme aponta a confederação, o impacto nos recursos dos municípios tornaria o cenário “ingovernável”, em que a educação poderia ser comprometida e também a realidade fiscal das cidades. 

Segundo as estimativas, o custo para adesão do novo piso pelos municípios chegaria a R$ 19,4 bilhões a cada ano. 

Imagem: Grusho Anna / shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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