É importante lembrar que a maioria dos profissionais de educação básica estão ligados aos estados e municípios, portanto, os pagamentos são feitos por eles.
Assim que o reajuste foi confirmado, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) criticou a medida e alegou que não há base jurídica.
Salário dos professores nos estados
Como citado acima, o salário dos professores é pago pelos estados e municípios. Nesse sentido, os valores variam de acordo com cada unidade federativa. Veja como é atualmente:
- Amazonas – R$ 4.749,22;
- Bahia – R$ 3.850,00;
- Piauí – R$ 3.451,20;
- Sergipe – R$ 4.451,14;
- Distrito Federal – R$ 5.497,13;
- Mato Grosso – R$5.024,57;
- Espírito Santo – R$ 4.579,20;
- Goiás – R$ 3.845,63;
- Maranhão – R$ 6.867,68;
- Minas Gerais – R$ 2.350,49;
- Pará – R$ 3.845,63;
- Paraíba – R$ 3.564,44;
- Paraná – R$ 3.903,32;
- Rio Grande do Sul – R$ 4.038,52;
- Ceará – R$ 5.413,18;
- Roraima – R$ 6.103,14;
- Santa Catarina – R$ 3.845,00;
- São Paulo – R$ 5.050;
- Tocantins – R$ 3.845;
- Rio de Janeiro – R$ 6.073,29.
Vale ressaltar que os valores citados acima variam de acordo com a carga horária semanal dos profissionais de educação.
O estado de São Paulo promoveu um reajuste salarial para todos os professores da rede municipal no ano passado. O Rio de Janeiro e outros oito estados ainda não confirmaram se haverá um aumento no valor atual.
Reajuste salarial para professores
Com as críticas ao novo reajuste do piso, a CNM recomendou que os órgãos municipais não concedam aumento no salário dos professores.
Conforme aponta a confederação, o impacto nos recursos dos municípios tornaria o cenário “ingovernável”, em que a educação poderia ser comprometida e também a realidade fiscal das cidades.
Segundo as estimativas, o custo para adesão do novo piso pelos municípios chegaria a R$ 19,4 bilhões a cada ano.
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