Em fevereiro, por meio da portaria nº 858, o Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome realizou diversas mudanças no empréstimo consignado do Auxílio Brasil (atual Bolsa Família). Dessa forma, a margem consignável, a quantidade máxima de parcelas e a taxa de juros foram reduzidas.
Essas mudanças na linha de crédito ocorreram porque a equipe do presidente Lula quis tornar o consignado do Bolsa Família menos prejudicial aos beneficiários do programa social. Como parcelas altas demais de seus benefícios estavam comprometidas, a principal finalidade do auxílio, que é garantir uma renda básica para as famílias em situação de vulnerabilidade social, estava deturpada.
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