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Reserva de emergência: 5 dicas para você guardar dinheiro!

Aprenda como criar uma reserva de emergência em 5 passos simples, estabelecendo objetivos e tendo mais segurança no seu futuro!

Bruna ValtrickPor Bruna Valtrick5 min de leitura
reserva de emergência

Para quem não tem o hábito de guardar ou investir dinheiro, qualquer tipo de emergência financeira pode se tornar um pesadelo.

E o pior: ser obrigado a recorrer a créditos e empréstimos rápidos com juros abusivos, dando um passo a mais para acabar endividado. É por isso que, quando algo assim acontece, o ideal é contar com uma reserva de emergência.

E não apenas para emergências, mas também para realizar algum tipo de objetivo a longo prazo, como comprar um imóvel, por exemplo, ou aposentar-se com tranquilidade. Portanto, para aprender como criar uma reserva financeira, confira as dicas a seguir!

Enfim, vamos aos termos práticos, mostrando a você algumas dicas para construir sua própria reserva de emergência, ou reserva financeira. Confira!

1. Organize seus ganhos e gastos

A primeira dica é clássica: controle financeiro. Para começar a poupar, você precisa de planejamento no seu dia a dia. Por isso, comece somando o salário líquido de todos os integrantes da casa que contribuem com as contas, e anote esse valor.

Em seguida, some todas as despesas fixas que você e sua família têm, e subtraia esse valor da receita para encontrar a quantia que você precisa para pagar suas contas em dia todos os meses. Por último, multiplique esse valor por 6. O resultado é o valor que você deve começar a juntar mensalmente.

2. Defina um valor a ser poupado

O segundo passo é definir um valor a ser guardado em sua reserva de emergência. Por ser uma quantia considerável, pode levar tempo para que você atinja seu objetivo. Por isso, mais importante do que o valor é a constância. Mesmo que pareça difícil, junte um pouco todos os meses.

Além disso, o valor deve ser realista: não adianta estabelecer uma meta que você nunca vai atingir, ou um valor muito acima do que consegue guardar. Então, a quantia deve desafiar você, mas também ser algo tangível.

3. Defina objetivos e metas

Como já mencionamos, nem sempre a reserva para emergências vai ser usada para resolver um problema, e ter objetivos definidos para ela pode deixar você mais motivado. 

Alguns aplicativos de controle financeiro permitem que o usuário preencha suas metas quantitativas e acompanhe a evolução do patrimônio todos os meses. Que tal pesquisar e adotar um deles no dia a dia?

4. Invista seu dinheiro em ativos com liquidez diária

Uma vez que você começou a juntar o dinheiro, o próximo passo é aplicar o valor em ativos que sejam seguros e possam ser acionados a qualquer momento.

A melhor opção, nesses casos, são os CDBs com liquidez diária, e que rendam pelo menos 100% do CDI. Assim, você garante que seus recursos vão render mais do que a poupança no período em que estiverem aplicados.

5. Atinja 6 meses do seu custo mensal e continue guardando

Por fim, como o objetivo da reserva de emergência é juntar o valor suficiente para se manter por um período, quando você atingir o valor total, não precisa parar de poupar.

Pelo contrário: agora que você está estável financeiramente, e tem mais segurança, consegue guardar seu dinheiro para outros fins, ou investir em algo que faça sentido para você.

O que é uma reserva de emergência?

A reserva de emergência é o termo que a maioria das pessoas do mercado financeiro usa para se referir ao valor que cada pessoa deve ter guardado/aplicado para casos como problemas de saúde, demissões ou gastos inesperados .Porém, muitas pessoas fazem a reserva também para ter uma tranquilidade maior no futuro.

Dessa forma, a reserva de emergência é indicada para todas as pessoas, sejam elas investidoras ou não. Contudo, para muitas pessoas, guardar dinheiro todos os meses e começar a poupar de verdade é um grande desafio.

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Por que você deve ter uma reserva de emergência

Ter uma reserva de emergência pode ajudar a lidar com situações de crise financeira, como a perda de emprego, doença ou acidente.

Em momentos de instabilidade, a reserva de emergência pode fornecer um colchão financeiro para ajudar a manter as finanças sob controle e evitar o estresse financeiro, o que pode afetar negativamente sua saúde mental e bem-estar.

Além disso, a reserva de emergência pode ajudar a evitar o endividamento com taxas de juros elevadas, como as associadas aos cartões de crédito e empréstimos pessoais.

Se você não tiver dinheiro para cobrir uma despesa inesperada, pode ser tentador recorrer a essas opções de crédito. No entanto, as taxas de juros podem ser altas, o que pode levar a um ciclo de dívida difícil de quebrar.

Outra vantagem da reserva de emergência é a proteção de seus investimentos. Se você precisar de dinheiro imediatamente para cobrir uma despesa inesperada, pode ser forçado a vender seus investimentos a um preço mais baixo do que gostaria, o que pode afetar negativamente seu patrimônio líquido a longo prazo.

Com uma reserva de emergência, você pode evitar ter que vender seus investimentos precocemente.Para determinar quanto dinheiro deve ser mantido na reserva de emergência, os especialistas geralmente recomendam economizar o suficiente para cobrir pelo menos três a seis meses de despesas.

Qual o valor ideal para a reserva de emergência?

Mas, afinal, de quanto deve ser essa reserva financeira? Bem, a verdade é que acontecimentos como problema de saúde ou uma demissão podem ser repentinos e casuais, mas também se estender por um período longo.

Por isso, o ideal é que cada pessoa tenha uma reserva com o valor necessário para se bancar, pelo menos, por um período de 6 meses. Desse modo, se você tem uma renda de R$ 5 mil, sua reserva deve ser, no mínimo, de R$ 30 mil.

Imagem: Billion Photos / shutterstock.com

Bruna Valtrick

Autor

Bruna Valtrick

Graduada em Jornalismo, apaixonada por escrita, linguagem e comunicação. Experiência em marketing digital e em redação publicitária.

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