De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), o custo da cesta básica apresentou alta em nove das 17 capitais no último mês de novembro.
Nesse sentido, Brasília (3,06%), Goiânia (1,97%) e Belo Horizonte (1,91%) apresentaram os aumentos mais importantes. Em contrapartida, Natal (-2,55%), Salvador (-2,17%), Fortaleza (-1,39%) e Campo Grande (-1,20%) registraram as quedas mais significativas.
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Na comparação anual, foi possível observar que 12 capitais tiveram redução do preço médio, com destaque para Campo Grande (-8,63%), Belo Horizonte (-7,74%), Brasília (-6,27%) e Goiânia (-5,93%).
Cestas básicas mais caras em novembro
Segundo dados da pesquisa, as cestas básicas mais caras do país em novembro foram localizadas nas seguintes capitais:
São Paulo: R$ 749,28;
Florianópolis: R$ 747,59;
Porto Alegre: R$ 739,18;
Rio de Janeiro: R$ 728,27;
Curitiba: R$ 683,44;
Vitória: R$ 675,45;
Campo Grande: R$ 674,79.
Em São Paulo, local onde se encontrou o menor preço, o trabalhador remunerado por um salário mínimo compromete mais de 60% de seus ganhos para obter a cesta básica nacional.
Por outro lado, os produtos mais em conta foram encontradas nos locais:
Salvador: R$ 550,86;
João Pessoa: R$ 548,33;
Aracaju: R$ 516,76.
Imagem: Maxx-Studio / shutterstock.com
O que ficou mais caro e o que ficou mais barato?
Em novembro, produtos como batata, arroz agulhinha, açúcar e carne bovina apresentaram aumento em diversas capitais do país. Em contrapartida, no mesmo período, o tomate, café em pó e o leite integral registraram queda nos preços em determinados locais do país.
Sob uma perspectiva mais ampla, apesar do aumento em nove capitais no último mês, o preço médio da cesta básica diminuiu em todos os municípios, com taxas entre -9,33%, em Campo Grande, e -0,67%, em Belém.