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Diretora-gerente do FMI elogia política monetária brasileira

A diretora-gerente do FMI fez elogios à política monetária brasileira diante da escalada da inflação ao longo da pandemia. Entenda!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Fachada do Fundo Monetário Internacional (FMI). FMI

Em um momento de intensas oscilações econômicas globais, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, destacou a postura adotada pelo Brasil frente à escalada de inflação durante a pandemia.

Segundo ela, o país se mostrou como um exemplo de que ações políticas rápidas podem resultar em contrapartidas expressivas. Continue a leitura para mais informações!

FMI destaca ação do Banco Central em sua política monetária

Fachada do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Imagem: Kristi Blokhin / shutterstock.com

Em um texto para o blog do FMI, Georgieva afirmou que as ações do Banco Central do Brasil (BCB) diante dos desafios econômicos foram notáveis. Segundo a diretora, a autarquia federal foi um dos primeiros bancos centrais a elevar a taxa de juros, e posteriormente, a relaxar sua política à medida que a inflação retornou para o intervalo da meta.

Ademais, acontecerá na cidade de São Paulo o encontro do G20. O evento reúne as 19 maiores economias do planeta, além dos membros da União Europeia (UE) e da União Africana. Na pauta do evento estará a discussão sobre as estratégias dos países para lidar com os impactos econômicos da pandemia de COVID-19.

A reforma tributária brasileira e a oportunidade do G20

Georgieva enalteceu ainda a reforma tributária brasileira, aprovada no final de 2023, classificando-a como histórica. Para ela, o G20 tem a importante oportunidade de mudar o foco de “apagar incêndios” diante dos choques consecutivos para uma agenda de médio prazo que apoie um crescimento robusto, sustentável e equilibrado.

A diretora-gerente do FMI também mencionou algumas tendências globais de longo prazo que tendem a moldar a economia global. Ela ressaltou a importância do avanço da inteligência artificial, que tem potencial de incrementar a produtividade e melhorar as perspectivas de crescimento econômico.

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Por fim, ela estimulou os bancos centrais a se concentrarem em terminar a tarefa de trazer a inflação de volta às metas. No entanto, diante do progresso na redução da inflação, destacou que a questão de quando e quanto reduzir as taxas de juros precisará ser cuidadosamente analisada pelos principais bancos centrais neste ano.

Imagem: Kristi Blokhin / shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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