Em meio a uma das maiores crises financeiras enfrentadas pelos Estados Unidos nos últimos anos, o presidente do país, Joe Biden, afirmou que estuda iniciar uma produção de petróleo própria. A intenção é deixar de depender de outras nações, como a Rússia, por exemplo.
Em meio à crise bancária, EUA planeja produzir próprio petróleo
Em meio à crise, com a falência de bancos, os EUA planeja produzir próprio petróleo para diminuir a dependência de outros países; entenda.
Para iniciar este projeto, o governo anunciou, nesta segunda-feira (13), que passará a extrair petróleo e gás no Alasca, no projeto ‘Willow’. Ainda de acordo com estimativas dos Estados Unidos, a proposta deve custar US$ 8 bilhões para os cofres públicos.
Como funcionará o projeto?
Após o anúncio, o governo dos EUA anunciou que o projeto será feito em parceria com a empresa ConocoPhillips e com a Reserva Nacional de Petróleo de North Slope. Esta é considerada uma das regiões com maior extensão de terra virgem nos Estados Unidos.
A empresa defende que o projeto será um grande avanço para a economia do país, destacando que a expectativa é produzir 180 mil barris diários de petróleo. Nesse sentido, para a ConocoPhillips, o objetivo central dos Estados Unidos com esta medida é, de fato, reduzir a dependência do país de suprimentos estrangeiros.
No entanto, a companhia destaca que este não será o único benefício que a produção própria trará para os Estados Unidos. Isso pois a expectativa é que, com a parceria, sejam criados 2.500 empregos para a população.
Além disso, a ConocoPhillips garante que o projeto irá gerar um valor de US$ 8 bilhões a US$ 17 bilhões para a receita federal e estadual dos Estados Unidos.
Qual o projeto?
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O projeto aprovado pro Biden permitiu a criação de 3 poços de extração de petróleo no Alasca. Dessa forma, a previsão é de que cerca de 68.000 hectares na região sejam devolvidos ao governo dos Estados Unidos.
Até o momento, os EUA não divulgaram outras informações relativas ao projeto, sem divulgar a data em que a operação começará a funcionar.
Imagem: FOTOGRIN/Shutterstock
