Com a morte de algum ente querido, a família precisa ir atrás de procedimentos legais para organizar o inventário. A elaboração deste documento é o que vai garantir a divisão de bens entre os familiares e como essa divisão será feita pela justiça de maneira justa.
Em quanto tempo um inventário é finalizado?
Documento é necessário para partilha de bens entre herdeiros. Saiba quais os tipos de inventários existentes e o prazo para retirá-lo
O inventário se trata de uma lista que contém tudo que foi de propriedade da pessoa que veio a falecer. Isso inclui imóveis, carros, créditos, além das dívidas.
Todo o patrimônio reservado, então, entra em processo de divisão, mas para isso existem dois tipos de inventários e também leva um certo tempo para ser feito.
Tempo para obter o inventário
Um dos inventários é conhecido como extrajudicial. O processo para obtê-lo é mais simples e não depende da justiça, portanto, seu desenvolvimento é mais prático. Com a documentação em dia, a sua baixa pode ser feita em um cartório com o prazo de até um mês.
A exceção é em caso de certidões com problemas. Até regularizar tudo, o inventário extrajudicial pode levar até 6 meses para ser liberado pelo cartório.
O outro modelo de inventário é o judicial
Seu prazo de elaboração pode levar pelo menos 2 anos para ficar pronto. Mas caso haja divergências entre as pessoas que irão partilhar os bens, também em casos de documentação irregular, problemas com certidões e o pleno funcionamento do sistema da Justiça, o inventário judicial pode levar vários anos.
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Muitas pessoas têm dúvidas sobre a necessidade ou não de ir atrás do inventário após a perda de um parente. É importante frisar que o documento é obrigatório e deve ser feito junto a um cartório. Mas sua obrigatoriedade tem duas exceções de cenário.
Em casos em que há somente um herdeiro, basta fazer uma Carta de Adjudicação com todos os bens a serem herdados. Um outro cenário é se caso a pessoa que faleceu tiver somente um título de propriedade. Neste caso basta um alvará judicial para recuperar o bem.
Imagem: Andrii Yalanskyi / Shutterstock
