Entretanto, a empresa, que chegou a a ocupar um prédio no centro de São Paulo, decretou falência em 1999 por conta da gestão fraudulenta do seu proprietário. Na época, a dívida da Mappin ultrapassava R$ 1 bilhão.
Decretou falência no séc XX e voltou no séc XXI
Após fechar as portas ao decretar falência, a Mappin ficou fora do mercado durante vários anos. Em 2009, a Marabraz adquiriu o nome da empresa e desde então trabalha para revitalizar a marca.
Em 2019, o primeiro site da Mappin foi lançado, mas os planos foram interrompidos devido à crise econômica causada pela pandemia de Covid-19, e o site ficou fora do ar por mais de um ano. Agora, o e-commerce da Mappin está funcionando novamente.
Nesse primeiro momento, o site apresenta um catálogo de móveis para casa e itens para decoração. Contudo, os produtos e o layout são idênticos aos da empresa-mãe (Marabraz).
Mercado mudou muito
O mercado varejista passou por muitas mudanças desde a falência da Mappin. Por esse motivo, apenas o nome Mappin pode não ser suficiente para impulsionar seu retorno. Além disso, os clientes se lembram da loja pela variedade de produtos que ela oferecia, e não apenas pelos móveis.
Outro ponto importante são os clientes que a Mappin atendia. Durante os seus melhores anos, a loja de departamentos vendia principalmente para as classes mais altas. Mas a Marabraz, que a comprou, faz sucesso entre os consumidores com uma renda menor.
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