Modernização
Ademais, as distribuidoras poderão disponibilizar o QR Code para que o pagamento seja feito via Pix, independentemente da solicitação do consumidor.
“O Pix veio para modernizar o sistema de pagamentos no Brasil, hoje já é o mais usado e o setor elétrico não poderia ficar de fora. Algumas distribuidoras já se anteciparam e fizeram facultativamente. Então, cabe à Aneel regular e exigir que todas ‘oportunizem’ aos consumidores essa ferramenta”, afirmou o relator do processo, Ricardo Tili, durante a reunião do colegiado.
Dessa forma, a expectativa é que a implantação da funcionalidade melhore a experiência do consumidor no pagamento das faturas. E, assim, evite problemas devido a demora do reconhecimento dos pagamentos pelos meios convencionais, ocasionando a suspensão do fornecimento de energia, por exemplo. Pois, é possível que a distribuidora dê baixa no sistema em tempo real, assim que o pagamento é realizado.
Redução de custos
Além disso, será possível a redução dos custos operacionais das empresas, o que possibilitará diminuir a cobrança ao consumidor.
“Essa ferramenta tem alguns aspectos importantes. Primeiro dele é a questão de ser instantâneo, no momento em que é feito o pagamento, já efetivamente o dinheiro cai na conta da distribuidora. Com isso permite uma melhor operacionalização da empresa. Outro ponto importante é o custo abaixo do operacionalizado pelos bancos. Isso, no final do período, acaba gerando uma economia operacional para a distribuidora, que vai refletir na tarifa no momento da revisão ordinária tarifária”, concluiu o relator.
Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil