Os juros de empréstimos podem gerar surpresas inesperadas na vida e no bolso das pessoas, por isso, uma alternativa para evitar dor de cabeça é saber como calculá-los. Embora a matemática envolvida cause medo em alguns, na prática, existe uma forma simples de entender quanto as instituições financeiras cobram pelas suas linhas de crédito.
Evite surpresas no empréstimo: veja como calcular os juros
O cálculo de juros pode ser o segredo para evitar surpresas na hora de contratar um empréstimo. Saiba como fazer.
Lembre que, pessoas que contratam empréstimos e deixam de pagar a dívida, correm risco de ficar com o “nome sujo”, ou seja, de serem registrados na Serasa ou no Sistema de Proteção ao Crédito (SPC). Então, o melhor é fazer alguns cálculos e evitar aborrecimentos. Confira como funcionam essas contas!
Como calcular juros e evitar surpresas no empréstimo?
Em geral, os bancos e instituições de crédito usam certos parâmetros para calcular a taxa juros. Isso significa que o valor do empréstimo não é o único fator do cálculo. A Taxa Selic e a inflação são exemplos de elementos que influenciam o mercado de crédito financeiro.
Existem duas maneiras de calcular o valor dos empréstimos, tudo vai depender do tipo de serviço contratado. O juro simples é uma taxa fixa sobre o valor contratado cobrada mensalmente. Neste caso, se o empréstimo for de R$10 mil e tiver uma taxa de 5%, o valor do juros será de R$500 em cada mês. Em outras palavras, basta multiplicar o valor total pela taxa de juros e dividir o resultado por 100.
A outra forma de taxação de empréstimos é por meio de juros compostos. Diferente do juro simples, nessa modalidade o valor extra a ser pago pelo crédito sobe todo mês. Ou seja, um empréstimo de R$10 mil com taxa 5% ao mês vai ter juros de R$500 somente na primeira fatura. Após isso, o 5% passa a ser cobrado sobre R$10.500, e do mesmo modo mês a mês.
Modalidades de empréstimo com juros baixos
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Beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm direito a vantagens na hora de buscar crédito. O empréstimo consignado é uma delas. A modalidade oferece juros menores que os do mercado e possui desconto direto na folha de pagamento. Desta maneira, aposentados e pensionistas têm acesso mais fácil ao crédito e os bancos têm uma segurança maior da dívida ser quitada.
Outra alternativa é o refinanciamento, que nada mais é que uma renegociação das parcelas e valor de uma conta com a mesma instituição financeira. É possível, inclusive, contratá-lo para empréstimos consignados, e seu principal objetivo é facilitar o parcelamento com o banco por meio da concessão de uma garantia, geralmente um imóvel.
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