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Faculdade endividada é despejada e alunos podem ficar sem aula; saiba mais

Uma importante faculdade foi despejada após não cumprir com as dívidas. Saiba mais informações sobre este caso!

Avatar de Andreza Araújo Andreza Araújo · · 2 min de leitura
faculdade brasileira

Uma instituição educacional está endividada e, por isso, passa por um processo de despejo. Trata-se, portanto, da Faculdade JK, que fica no Setor Comercial Sul, em Brasília (DF). Lá, funcionam as salas onde os alunos têm aulas.

Dessa forma, entenda os motivos por trás desse desfecho e as possíveis consequências para os alunos matriculados na instituição. Continue a leitura para mais informações!

Faculdade JK é alvo de despejo em Brasília

Fachada da Faculdade JK em Brasília (DF).
Imagem: Divulgação / Faculdade JK

A faculdade encontrou-se em meio a uma batalha judicial resultante de atrasos em pagamentos de aluguel e uma dívida de grande monta, culminando em seu despejo dos imóveis que abrigavam suas salas de aula. Esta situação deixou o futuro acadêmico de seus estudantes em incerteza.

O despejo ocorreu na último dia 19, com alguns itens remanescentes no local, como cadeiras e papéis. Além disso, o letreiro da faculdade será removido nos próximos dias para possibilitar o aluguel do espaço. As dívidas remontam aos períodos de 2022 a 2023.

Ademais, documentos judiciais revelam que, desde novembro de 2023, a 22ª Vara Cível de Brasília já havia decretado a rescisão do contrato de locação dos espaços utilizados pela faculdade, citando uma inadimplência que desencadeou uma dívida alarmante.

Saiba mais sobre o caso

A defesa da Zariffe Empreendimentos Imobiliários, a parte lesada neste processo, alegou que a falta de pagamento pelo uso dos imóveis foi o estopim de uma série de eventos que levaram a um pedido judicial de despejo. Estipulou-se, portanto, o valor inicial da causa em mais de R$ 1 milhão, uma quantia que, após correções, ultrapassaria a marca dos R$ 2 milhões

A gestão da Faculdade JK buscou justificar o inadimplemento com a crise sanitária global provocada pela Covid-19, argumento este que não encontrou fundamento jurídico suficiente para impedir as ações legais.

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Por fim, o centro de ensino apontou para uma redução contratual no valor do aluguel, um esforço para mitigar a dívida, mas a Justiça viu na pandemia e na subsequente evasão de alunos circunstâncias insuficientes para justificar o não cumprimento das obrigações financeiras assumidas.

Imagem: Clemildo Silva / Shutterstock.com

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