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FGTS: é possível sacar o saldo após retornar ao saque-rescisão?

Saiba mais sobre ser possível sacar novamente o FGTS ao retornar ao emprego após ter feito o saque-rescisão!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Cofre de porquinho, calculadora, caneta e celular com logo do FGTS

Em momentos de mudança de emprego ou incerteza financeira, muitos trabalhadores se deparam com uma decisão significativa: retornar à modalidade Saque-Rescisão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Essa opção permite o acesso integral aos recursos acumulados em sua conta do FGTS em cenários especiais, como a demissão sem justa causa, diferentemente do Saque-Aniversário, que libera retiradas anuais parciais e impõe limitações em caso de desligamento da empresa. Descubra se é possível sacar o saldo do Fundo de Garantia após o retorno à modalidade a seguir!

Entenda o Saque-Rescisão do FGTS

Cofre de porquinho, calculadora, caneta e celular com logo do FGTS
Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com

A modalidade Saque-Rescisão, ao contrário do Saque-Aniversário, proporciona ao trabalhador a possibilidade de acessar o montante total do FGTS. Logo, isso inclui a multa rescisória de 40%, nos momentos em que mais precisa.

Ademais, tal recurso é essencial para garantir uma tranquilidade financeira enquanto busca novas oportunidades de emprego, destacando a importância dessa opção para muitos brasileiros.

A preferência pelo Saque-Rescisão se sobressai em tempos de incerteza econômica. A limitação imposta pelo Saque-Aniversário, que não permite o acesso ao saldo total na ocorrência de demissão sem justa causa, somente a multa rescisória, faz com que trabalhadores priorizem a opção que oferece um suporte financeiro mais robusto.

Quais as considerações ao optar pelo Saque-Rescisão?

Retornar para o Saque-Rescisão não acontece de forma imediata. Há um período de carência de dois anos após o pedido para retornar a esta modalidade. Assim, o trabalhador fica impossibilitado de acessar o montante total do FGTS em caso de demissão.

Portanto, esse intervalo destaca a necessidade de planejamento e consideração cuidadosa antes de tomar tal decisão, pesando a segurança financeira a longo prazo em relação à possibilidade de saques anuais menores.

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Escolher a modalidade de saque do FGTS é um processo decisório que requer avaliação cuidadosa das circunstâncias pessoais de cada trabalhador. Além disso, compreender profundamente as opções oferecidas pelo sistema brasileiro de benefícios sociais é fundamental para maximizar o uso do FGTS. 

Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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