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Fim da greve: aeronautas aceitam propostas de companhias aéreas

Após cinco dias de paralisação, o SNA confirmou que, após aceitarem uma nova proposta das companhias aéreas, os aeronautas encerraram a greve

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Interior de um aeroporto com cadeiras vazias. Ao fundo, pela janela, um avião parado

No último domingo (25), após cinco dias de paralisação, o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) confirmou que, após aceitarem uma nova proposta das companhias aéreas, os pilotos e comissários de voos encerraram a greve. Assim, a paralisação teve início na última segunda-feira (19) e afetou os principais aeroportos do Brasil.

Em transmissão ao vivo pelo canal oficial do YouTube, membros do sindicato afirmaram que cerca de 70% dos trabalhadores aprovaram a nova proposta de convenção coletiva, onde está previsto um aumento de 6,97% nos salários fixos e variáveis. Além disso, o acordo também define o horário de início das folgas e indenização caso as empresas não cumpram o combinado. De acordo com a entidade, 5.834 profissionais participaram da votação.

Reivindicações

Dessa forma, com a greve, os aeronautas reivindicavam melhores salários e condições de trabalho. De modo que a paralisação ocorreu de segunda a sexta-feira (23), durante duas horas por dia, entre 6h e 8h. Assim, o movimento aconteceu em nove dos mais importantes aeroportos do país e por ser próximo às festas de final de ano, causou ainda mais transtornos, gerando centenas de atrasos e muitos voos cancelados.

Votação

No último sábado (24), véspera de Natal, os aeronautas suspenderam a greve por 24 horas para que pilotos e comissários pudessem analisar a nova proposta enviada pelas aéreas. Assim, neste novo acordo, além do aumento de salário, também estava incluso a possibilidade de início de férias em sábados, domingos e feriados. Dessa forma, a votação foi encerrada às 12h de domingo.

Na quinta (22), os aeronautas já haviam recebido uma proposta, onde era previsto o reajuste dos salários fixos e variáveis em 100% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além de outras medidas. Contudo, a proposta foi rejeitada por 59,25% dos participantes da votação.

Imagem: Dabarti CGI/shutterstock.com

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Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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