Os atos terroristas causados por apoiadores extremistas do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) começaram na tarde do último domingo, dia 8.
No entanto, desde o resultado das últimas eleições, em novembro de 2022, bolsonaristas têm feito manifestações em quartéis do Exército e rodovias de todo o país.
Segurança nas coberturas da Globo
Jornalistas da rede Globo e do canal de notícias Globo News, como Camila Bomfim, Eliane Cantanhêde e Zileide Silva, têm feito as coberturas em estúdio, enquanto outros profissionais, noticiam ao vivo por videochamada.
Para garantir a segurança de toda a equipe, a emissora utiliza imagens feitas pelo Globocop e também publica vídeos postados pelos próprios manifestantes em suas redes sociais.
Agressões de bolsonaristas contra jornalistas
Essa não é a primeira vez que bolsonaristas da extrema-direita agem com violência. Segundo dados da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em parceria com a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), existem registros de mais de 70 agressões contra jornalistas em todo o país.
Desse modo, os crimes cometidos contra profissionais da imprensa foram feitos enquanto repórteres, cinegrafistas e fotógrafos trabalhavam.
Em Belo Horizonte, por exemplo, profissionais da Band, Hoje em Dia e O Tempo foram agredidos durante a cobertura do acampamento de bolsonaristas no Comando da 4ª Região Militar do Exército.
Em Brasília, a equipe da Jovem Pan News, emissora conhecida por defender discursos da direita e ainda considerada “a voz do bolsonarismo”, sofreu ameaças durante a cobertura em frente ao quartel-general do Exército.
Imagem: Marcelo Camargo/ Agência Brasil