O objetivo da ida dos governadores é evidenciar que os problemas locais afetam todo o mundo. Além de líderes políticos, o evento reúne membros da sociedade civil para discutir temas internacionais.
Questões em pauta
Primeiramente, a proteção da Amazônia será amplamente abordada, visto que é um assunto que está em discussão hoje. É preciso mencionar que boa parte da Amazônia fica no estado do Pará e que esta é a segunda vez que o governador Helder vai a um encontro bilateral em que o meio ambiente é explorado como tema.
A capital paraense, Belém, é uma opção para sediar a COP 30 (Confederação das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas). Além disso, a cidade ainda é destaque nos painéis de Davos com os temas “Caminhos para entregar uma bioeconomia sustentável na Amazônia” e “Aquecimento extremo e resiliência”.
Além disso, Eduardo Leite também terá encontros bilaterais com empresas internacionais. Assim, a intenção é evidenciar que o Rio Grande do Sul é uma boa oportunidade de negócios para empresas internacionais.
Tarcísio de Freitas
Tarcísio esteve presente no último encontro, que teve foco em finanças e governança. Contudo, nesta edição do fórum ele tem agenda com CEOs e presidentes de corporações e lideranças do Banco Mundial e das Nações Unidas.
Na segunda-feira (16), o governador de São Paulo afirmou que quer buscar maneiras de financiar projetos ferroviários no estado. Ele destacou, ainda, que deseja digitalizar serviços e apoio para o Banco Desenvolve SP.
Ministros
A presença dos ministros Haddad e Marina Silva na reunião marca a primeira viagem internacional de ambos à frente dos cargos. Desse modo, os representantes vão discutir com a comunidade internacional assuntos como economia e meio ambiente.
Além disso, Marina Silva declarou, nesta terça, que sentiu falta do Brasil envolvido com questões ambientais. De acordo com ela, a partir de agora o país estará mais presente neste cenário.
Imagem: World Economic Forum / Site