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Governo promete conta de luz até 6% mais barata com a privatização da Eletrobrás

Privatização da Eletrobrás seria benéfica para o bolso dos brasileiros.

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Nesta última quarta-feira (09), o governo defendeu as mudanças feitas no Congresso na medida provisória (MP) para permitir a privatização da Eletrobrás. Este projeto vem sendo bastante criticado por diversas entidades que compõem o setor elétrico. Contudo, o Ministério de Minas e Energia calculou que com a privatização terá uma redução de 6,34% na conta de luz.

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A questão mais discutida e criticada é a contratação compulsória de 6.000 megawatts de energia por termelétricas a gás natural, para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Para os críticos do projeto, essa ação acabará aumentando os custos da energia, pois será preciso construir gasodutos para levar o gás natural para regiões em que não têm os suprimentos acima citados; que, segundo cálculos, custarão R$ 40 milhões. Sendo assim, esses custos provavelmente serão repassado aos consumidores.

O Ministério de Minas e Energia vem informar que estas usinas iriam substituir as termelétricas a óleo diesel, óleo combustível e carvão. Dessa forma, esta mudança sugeria um efeito positivo de 1,1% para os consumidores brasileiros. Assim, quanto mais forem substituídas pelas as térmicas a gás, iriam deixar para trás as usinas mais velhas e ineficientes.

Documento da Câmara obriga a contratação de 2.000 MW de energia

O governo pontua que o texto elaborado pela Câmara tem um preço-teto para todas as energias geradas pelas usinas, equivalente às que foram do leilão de 2019, o mais recente realizado para a contratação de termelétricas. O mesmo documento da Câmara obriga a contratação de 2.000 MW de energia gerada por pequenas hidrelétricas, as PCHs.

Contudo, o governo afirma que a contratação dessas empresas já estava nos seus planos, só que teve problemas por causa do preço-teto colocado na MP. Esta contratação teria um impacto de 0,2% nas tarifas residenciais. Já a privatização da Eletrobrás pode vir a custar R$ 41,2 bilhões para todos os consumidores.

Este modelo de privatização propõe a mudança no regime de contratação de usinas hidrelétricas , que deverão operar a preços de mercado, e também deverão arcar com os custos relativos à falta de chuva. Com isso, seria possível gerar um impacto positivo para o consumidor residencial de 0,3%, e os outros descontos viriam de outras pequenas mudanças.

Para finalizar, o governo prevê que, em 2023, a usina de Itaipu começará a lucrar; sendo ela a maior do Brasil. Sobre a redução das tarifas, a privatização trará para o consumidor uma diminuição equivalente a 3,6%. No entanto, o governo garante que esses impactos positivos também impulsionarão o livre mercado.

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Eletrobrás: TheStoryteller / shutterstock.com

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