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Governo toma decisão importante sobre Mercado Pago, Stone e PicPay; confira

O governo anunciou a revogação da medida cautelar contra empresas Mercado Pago, Stone e PicPay. Confira mais detalhes!

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Pessoa segurando cartão de crédito e outra segurando maquininha de cartão bc

Na última sexta-feira (19), a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), entidade ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), anunciou a revogação da medida cautelar contra empresas fornecedoras de “maquininhas de pagamento”. 

Vale lembrar que as empresas acusadas, PagSeguro, Mercado Pago, Stone e PicPay, estavam sendo instruídas a interromper a cobrança indireta de juros aos consumidores, após uma denúncia da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Veja mais detalhes sobre a decisão.

Decisão do governo sobre as empresas de maquininha

Dessa forma, depois de solicitar esclarecimentos às respectivas empresas, a Senacon constatou que as empresas estão de fato cumprindo a legislação e que não há razões consistentes para a manutenção da medida de precaução.

Assim, o órgão do governo afirmou que as empresas representadas, sendo elas Mercado Pago, Stone e PicPay apresentaram os esclarecimentos requisitados. E, dessa forma, demonstraram que o seu modelo de negócio cumpre o dever de informação aos consumidores, além de permitir diferenciação de preços autorizada por lei.

Pessoa segurando cartão de crédito e outra segurando maquininha de cartão
Imagem: Nattakorn_Maneerat / Shutterstock.com

O que disseram as empresas acusadas

Portanto, ao se defender, a PagSeguro argumentou que as acusações desferidas pela Febraban eram “enganosas e falsas”. Já o Mercado Pago reafirmou que as práticas questionadas são legais e são comuns a todo o mercado. Além disso, suspender tais modalidades prejudicaria diretamente pequenos empresários e, consequentemente, os consumidores.

A Stone esclareceu que as soluções de pagamento utilizadas pela empresa estão de acordo com o padrão do mercado e permitem que os varejistas variem os preços cobrados, dependendo da forma de pagamento e do prazo de recebimento. Além disso, a empresa ainda salientou que a relação é exclusiva com lojistas e que não cobra diretamente aos consumidores.

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Por fim, a PicPay alegou que cumpre todas suas obrigações referentes à proteção do consumidor. E ainda afirmou que as ações dos bancos são motivadas por concorrência.

Imagem: Nattakorn_Maneerat / Shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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