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IGP-M apresenta variação positiva de 0,37% após deflação no último mês; veja os principais impactos

O IGP-M registrou alta em setembro, com destaque para preços dos combustíveis que alteraram o cenário. Saiba mais!

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel, registrou aumento de 0,37% no mês de setembro. Esse resultado vem após uma deflação de 0,14% no mês anterior. Ainda assim, o índice acumula taxa de -4,93% no ano e de -5,97% no acumulado de 12 meses.

O maior impacto vem da variação dos combustíveis, que influenciaram fortemente o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medidas que se relacionam com o IGP-M. De acordo com André Braz, coordenador dos índices do FGV Ibre, se o Diesel e Gasolina não tivessem o preço elevado, os indicadores teriam apresentado deflação.

Em ambos casos, os preços dos combustíveis foram os maiores responsáveis pelo avanço registrado durante o mês de setembro. No caso do IPA, a taxa referente avançou de 3,45% para 15,04%. Já no IPC, a gasolina apresentou variação de 5,01%, sendo que no mês passado foi de 0,64%. 

Inflação ao consumidor 

No período de análise, o IPC apresentou alta de 0,27%, enquanto em agosto registrou queda de 0,19%. Dentre os grupos que compõem o indicador, seis tiveram aumento na comparação mensal. Veja.

  • Transportes: de 0,14% para 1,75%;
  • Educação, Leitura e Recreação: de -1,19% para -0,10%;
  • Habitação: de 0,10% para 0,41%;
  • Alimentação: de -0,93% para -0,60%;
  • Vestuário: de -0,31% para -0,08%;
  • Comunicação: de 0,03% para 0,07%.

Sendo assim, os únicos grupos que apresentaram redução de agosto para setembro foram Saúde e Cuidados Pessoais (0,55% para -0,11%) e Despesas Diversas (0,00% para -0,04%). 

Combustíveis em alta X alimentos em queda no IGP-M

De modo geral, entre os três indicadores que integram o IGP-M, os maiores impactos positivos vieram, de fato, dos combustíveis. Em contrapartida, as influência negativas mais significativas foram apresentadas pelos alimentos. 

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Desse modo, os itens que mais encareceram no período analisado foram a gasolina e o diesel. E, os que registraram as maiores quedas foram bovinos, ovos, mamão papaya e batata inglesa. 

Imagens de algumas mãos segurando uma casa em miniatura
Imagem: SewCreamStudio/ Shutterstock.com

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