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Igreja Universal: MP suspeita de R$ 6 bilhões em movimentação financeira anormal

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O Ministério Público do Rio de Janeiro suspeita de R$ 6 bilhões em movimentação financeira anormal por parte da Igreja Universal do Reino de Deus. As suspeitas surgiram durante as investigações contra uma organização criminosa que seria chefiada pelo prefeito Marcelo Crivella, que foi preso na manhã desta terça-feira (22). O Correio Braziliense é o responsável pelas informações.

Marcelo Crivella é acusado de integrar um esquema criminoso de repasse de propina de empresários para a prefeitura da cidade. Ou seja, os pagamentos ocorriam para que os executivos obtivessem vantagens em contratos públicos e no pagamento de dívidas. Para saber mais sobre suspeita de R$ 6 bilhões em movimentação pela Igreja Universal, continue lendo.

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O que diz o Ministério Público?

Ainda conforme matéria do Correio Braziliense, em denúncia oferecida à Justiça, o Ministério Público suspeita que a instituição religiosa foi usada para lavar dinheiro:

Com relação à lavagem de dinheiro, chamam a atenção as estreitas relações religiosas mantidas entre o Prefeito Marcelo Crivella, Bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, Mauro Macedo, primo do fundador da referida Igreja, e Eduardo Benedito Lopes, Bispo da mesma Igreja”, afirmou o Ministério.

Além disso, as investigações foram feitas a partir de dados de instituições financeiras e de mensagens trocadas pelos investigados por e-mail e outras formas de comunicação. Essa foi a quarta etapa das investigações. Já nas anteriores, foram apreendidos celulares e computadores que subsidiaram as diligências.

Igreja Universal ainda não se manifestou sobre o caso

Marcelo Crivella é sobrinho do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, uma das maiores instituições religiosas do país. Em entrevista coletiva, quando foi ao Instituto Médico Legal (IML) realizar exame de corpo de delito, Crivella negou as acusações e disse “esperar por Justiça”.

Por fim, de acordo com o Ministério Público, o prefeito também era identificado pelo nome de “Zero Um” em mensagens trocadas por WhatsApp pelos integrantes do grupo criminoso. Por enquanto, a Igreja Universal ainda não se pronunciou sobre o caso.

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Imagem: Vinicius Bacarin / Shutterstock.com

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