O governo vai voltar a pagar um importante auxílio de R$ 600. Em uma união de forças entre três ministérios – Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; Meio Ambiente e Mudança do Clima; e Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar – o Bolsa Verde vai voltar.
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Em acordo realizado ontem, 7 de agosto de 2023, Wellington Dias, Marina Silva e Paulo Teixeira, respectivos ministros das pastas citadas, informaram que o programa sofrerá uma revitalização.
Com isso, o Bolsa Verde, que surgiu em 2011, vai voltar com o benefício de R$ 600 para as famílias que trabalham com práticas de produção sustentável.
Como será o auxílio de R$ 600?
O Bolsa Verde surgiu no governo de Dilma Rousseff com o objetivo de conceder a quantia de R$ 300,00 para famílias em extrema pobreza, que morassem em áreas de reserva ambiental e praticassem produção sustentável.
Com a revitalização do programa pelo Governo Federal, o repasse deixou de ser R$ 300. Agora, os beneficiários receberão um auxílio de R$ 600 trimestralmente, se cumprirem as exigências.
Para ser elegível ao Bolsa Verde, a família precisa ter registro no Cadastro Único (CadÚnico) e comprovar a atividade de produção sustentável. Além disso, atende aqueles que vivem em assentamentos florestais e agroextrativistas, bem como os territórios ocupados por:
- ribeirinhos;
- povos indígenas;
- quilombolas;
- comunidades tradicionais.
De acordo com dados do Governo Federal, o benefício pode chegar a cerca de 20 mil famílias brasileiras que satisfizerem os requisitos do programa.
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Como se inscrever no CadÚnico?
As regras do Bolsa Verde determinam que apenas famílias quem está no CadÚnico vai receber o auxílio de R$ 600. Assim, quem atua em alguma das áreas que o programa atende precisa fazer o registro.
Para se inscrever no CadÚnico, é necessário ir pessoalmente ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) na cidade onde a família mora, com CPF de todas as pessoas que compõem o grupo familiar e comprovante de residência.
Imagem: rafapress / shutterstock.com
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