Contudo, antes de realizar investimentos no exterior, especialistas apontam a importância sobre os cuidados que o indivíduo deve tomar antes de alocar seu patrimônio nesse tipo de negócio. O que não é à toa, pois uma decisão equivocada pode causar prejuízos.
Tipos de investimentos no exterior
Inicialmente, é importante destacar que o investidor pode realizar aportes no exterior por meio de duas formas, direta e indireta. Ou seja, é possível adquirir ativos internacionais pela própria bolsa nacional ou através de uma conta no exterior.
No caso do modo indireto, existem alguns produtos financeiros que possuem lastro no mercado internacional. É o caso dos ETFs e BDRs. Em suma, o ETF é fundo de índice, isto é, com rendimento ligado ao índice financeiro que pode ser, inclusive, de bolsas internacionais. Os BDRs, por sua vez, são uma espécie de ações internacionais que podem ser compradas no Brasil.
Por sua vez, o modo direto é aquele em que o investidor realiza o investimento direto na bolsa de outro país. Todavia, para isso, é necessário ter uma conta aberta no país em que deseja realizar o aporte. Vale destacar que algumas corretoras de valores disponibilizam esse tipo de serviço.
Assim como na bolsa nacional, é importante que o investidor conheça os riscos atrelados ao produto financeiro em que deseja investir. Simultaneamente, conhecer as características políticas e econômicas ligadas ao produto financeiro é relevante, afinal, a bolsa oscila conforme o contexto que ela existe.
Além disso, é importante que o investidor conheça as tributações e tempo de contrato relacionados aos investimentos no exterior. Dessa forma, é possível ter maior controle sobre a carteira de investimento e os rendimentos possíveis.
Imagem: Katjen/shutterstock.com