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Brasileiros deixam mais de R$ 200 bilhões em fundos piores que a poupança

Saiba por que isso acontece e veja outras opções de investimentos

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É um fato que educação financeira não é o forte dos brasileiros. Afinal, não somos ensinados, desde crianças, a ter uma relação saudável com o dinheiro. Em geral, essa busca pelo conhecimento ocorre depois, na vida adulta. Contudo, quando falamos em investimentos, muita gente ainda não possui informações necessárias para realmente fazer o dinheiro render.

Prova disso é que, atualmente, os brasileiros deixam mais de R$ 200 bilhões em fundos piores que a poupança. Então, para saber mais sobre o assunto, confira a seguir.

Brasileiros deixam dinheiro em investimentos piores que a poupança

Dessa forma, em vez de fazer um investimento de seu dinheiro, muitas pessoas deixam os valores parados em conta corrente, sem nenhum tipo de rendimento. Nem mesmo na poupança, que hoje rende 70% do CDI. Além disso, mesmo aqueles que deixam os valores rendendo em uma aplicação automática, escolhem investimentos com taxas de administrações altas, com cobrança de Imposto de Renda. Ou seja, que rendem menos que a poupança.

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Em geral, o argumento para isso é que é melhor render pouco do que nada. E que não existiriam alternativas de investimentos tão acessíveis e práticas com retorno maior. Mas, será mesmo? Afinal, uma simples movimentação para a poupança já traria muito mais benefício do que as aplicações automáticas de muitos bancos.

Segundo um estudo feito pela casa de análise Spiti, por exemplo, há mais de R$ 218 bilhões em fundos com rentabilidade abaixo da poupança. Assim, essas pessoas tem uma falsa sensação de que o dinheiro está rendendo, mas outras opções de investimentos, como poupança ou até um título do Tesouro Selic, seriam mais vantajosos.

Com desconto de Imposto de Renda, fundos ficam ainda menos vantajosos

Um exemplo de investimentos assim é o Fundo Automático Estilo FIC Renda Fixa do Banco do Brasil. Atualmente, existem mais de R$ 18 bilhões aplicados nele. Porém, sua rentabilidade é de 0,72% este ano, enquanto a poupança é de 1,24%, e aplicações que rendem 100% do CDI (como o Nubank) rendem 1,85%.

Por fim, a rentabilidade que já é ruim sai ainda mais prejudicada na hora de pagar o imposto de renda. Isso porque aqueles que carregam “curto prazo” no nome tem um imposto mínimo de 20% sobre os rendimentos. Diferente dos 15% de fundos com prazos maiores.

Além disso, embora os produtos sejam classificados como fundos “de investimento”, a maioria dos bancos que oferecem os produtos afirma que eles não se tratam exatamente de investimentos. São apenas “dispositivos para movimentação automática”, como classificou a Caixa Econômica Federal.

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Imagem: Steven Frame / shutterstock.com

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