iPhone Fold com A20 Pro e modem C2 pode ser o dobrável mais barato da Apple
Apple prepara seu primeiro iPhone dobrável com tecnologia avançada e preço competitivo. Saiba mais sobre.
O mercado de smartphones dobráveis está cada vez mais competitivo, e a Apple não quer ficar para trás. Rumores recentes apontam para o desenvolvimento do tão aguardado “iPhone Fold”, que promete ser o dobrável mais acessível da marca até agora. Segundo informações vazadas por fontes próximas à cadeia de produção, o dispositivo trará especificações de ponta, como o chip A20 Pro com litografia de 2 nanômetros e um modem 5G de segunda geração, além de um design que equilibra tecnologia avançada e custo reduzido.
Com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2025, o iPhone Fold chega para disputar diretamente com modelos consolidados no mercado, como o Galaxy Z Fold7 da Samsung. Mas, afinal, o que podemos esperar deste novo aparelho da Apple? Neste artigo, exploramos os detalhes mais recentes e o que eles indicam sobre o futuro dos smartphones dobráveis da marca.
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Chip A20 Pro: potência de última geração em litografia avançada
Um dos pontos mais comentados sobre o iPhone Fold é o seu processador. Diferente das primeiras expectativas, o modelo deverá vir equipado com o chip A20 Pro, que utiliza uma tecnologia de fabricação com litografia de 2 nanômetros — a mais moderna atualmente em desenvolvimento para smartphones. Essa geração de chips promete alta eficiência energética, desempenho superior e melhor gerenciamento térmico, o que deve refletir em mais velocidade e maior autonomia para o aparelho.
Anteriormente, a especulação era de que o iPhone Fold teria a versão básica do chip A20. A mudança para a versão “Pro” indica que a Apple está comprometida em entregar um dispositivo potente, alinhado aos iPhones 18 Pro que devem ser lançados no mesmo período.
Modem C2 e conectividade 5G ampliada
Outra novidade importante para o iPhone dobrável é o modem C2, a segunda geração do modem 5G desenvolvido pela Apple. Este componente traz suporte para redes mmWave, tecnologia que oferece velocidades de internet ultrarrápidas em curtas distâncias, muito útil em áreas urbanas densas e em ambientes fechados, onde o sinal 5G tradicional pode apresentar limitações.
O modem C1, que equipa o iPhone 16, ainda não suporta mmWave, o que torna o C2 um avanço significativo para a conectividade do dispositivo, permitindo que usuários do iPhone Fold tenham acesso às redes 5G mais rápidas disponíveis.
Especificações técnicas: memória, armazenamento e câmeras
O iPhone Fold deve vir com configurações robustas, segundo as informações vazadas. A memória RAM deve ser de 12 GB, garantindo fluidez no uso multitarefa e em jogos pesados. As opções de armazenamento contemplam 256 GB, 512 GB e 1 TB, acomodando diferentes perfis de usuários, desde aqueles que usam o celular para tarefas básicas até profissionais que precisam guardar grandes volumes de arquivos.
O conjunto fotográfico será composto por duas câmeras traseiras: uma lente grande-angular e uma ultra-angular, ambas com 48 megapixels. A ausência da lente telefoto indica que a Apple pode estar priorizando custos e design compacto, sem comprometer a qualidade das imagens em diferentes ângulos.
Design e dimensões: telas interna e externa
Um dos principais diferenciais do iPhone Fold será sua tela. O aparelho deverá contar com uma tela interna de 7,8 polegadas, proporcionando ampla área útil para multitarefa, vídeos e jogos, além de uma tela externa menor, com 5,5 polegadas, para uso rápido quando o dispositivo estiver dobrado.
Em relação à espessura, o iPhone Fold deve ter entre 9 e 9,5 mm quando fechado, e cerca de 4,5 a 4,8 mm quando aberto. Essas medidas indicam um dispositivo relativamente fino para um smartphone dobrável, que costuma ser mais grosso devido à tecnologia das telas flexíveis e à estrutura da dobradiça.
Estratégia para redução de custos e preço competitivo
De acordo com análises de mercado, a Apple está adotando medidas para tornar o iPhone Fold mais acessível em comparação a concorrentes, como o Samsung Galaxy Z Fold7, que custa cerca de US$ 2.000. Uma dessas estratégias é economizar em certos componentes sem comprometer a experiência do usuário.
O analista Jimmy Yoon, do UBS, aponta que a empresa poderá utilizar materiais alternativos na dobradiça, como um tipo de metal líquido, para diminuir os custos e ainda manter a resistência do aparelho. A estrutura principal do dispositivo será feita em titânio, o que traz leveza e durabilidade.
Além disso, a escolha por um conjunto fotográfico com duas lentes ao invés de três ou quatro é outra maneira de controlar o preço final. A possibilidade de uma tela interna ligeiramente menor também está sendo considerada para manter o equilíbrio entre inovação e custo.
Lançamento previsto e expectativas do mercado
Até o momento, a Apple não confirmou oficialmente a existência do iPhone Fold. A previsão, contudo, é que o anúncio ocorra na segunda metade de 2025, provavelmente ao lado da apresentação dos iPhones 18 e 18 Pro.
A chegada do iPhone dobrável marca um momento importante para a empresa, que até então vinha evitando entrar no segmento dos smartphones flexíveis. A expectativa é que o dispositivo combine a tradicional qualidade e experiência Apple com inovações que consolidem a marca no mercado de dispositivos dobráveis.
Para os consumidores, o lançamento pode representar uma oportunidade de adquirir um smartphone dobrável com a garantia e o ecossistema da Apple, mas com um preço relativamente mais acessível, o que pode impulsionar a popularização desse tipo de aparelho.
Com informações de: MacMagazine