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Itaú toma atitude polêmica que prejudica muitos trabalhadores; entenda agora

Centenas de trabalhadores são prejudicados com atitude tomada pelo banco Itaú. Entenda a polêmica e descubra se você será afetado!

Bruna MachadoPor Bruna Machado3 min de leitura
Fachada do Banco Itaú

Recentemente, várias queixas surgiram por parte dos trabalhadores bancários do Itaú. Elas apontam para insatisfações relacionadas com as metas estabelecidas e as práticas de gestão dos setores comerciais do banco. O episódio levantou uma série de consultas e discussões sobre as operações e práticas do banco.

O cenário foi marcado por reclamações sobre “roubo” de produções e falhas no monitoramento, problemas com a campanha de incentivo “Grana Extra”, questões sobre o sistema de alavancas e cobrança de metas, erros no cálculo de contratações de empréstimo, falta de clareza no acompanhamento semestral e falta de incentivo na leitura de regras.

A saber, o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região se reuniu com o banco Itaú para discutir as questões apresentadas pelos trabalhadores. Confira todos os detalhes a seguir!

Principais questões abordadas pelo Sindicato dos Bancários

Fachada com logo do Itaú Unibanco.
Imagem: Joa Souza / shutterstock.com

Uma das principais questões levantadas foi a ocorrência de “roubo” de produções relacionadas a financiamentos de veículos. Os trabalhadores alegam que existem falhas no sistema do banco que permitem tais praticas, causando frustrações entre a equipe. No entanto, o banco Itaú garante que está ciente da situação e que está em processo de investigação.

Outro tópico abordado pelo sindicato foi o programa “Grana Extra”, um esquema de incentivo que promete valores adicionais à comissão daqueles que atingirem metas mais altas que o padrão. Vários trabalhadores reclamaram de um cálculo errado na planilha de acompanhamento oficial que prejudicou suas comissões.

Em contrapartida, o banco nega essa alegação e sugere que a planilha mencionada não seja um documento oficialmente autorizado.

Como o Itaú reagiu a esses questionamentos?

O banco manteve uma postura defensiva, alegando que segue as regras éticas. Por exemplo, no caso do sistema de alavancas, a instituição financeira insistiu que não houve mudanças recentes.

No entanto, os bancários argumentam que o sistema se transformou em uma espécie de “pirâmide” para os gerentes, causando uma pressão excessiva para alcançar metas e, consequentemente, aumentando o estresse e levando ao adoecimento de vários trabalhadores.

Já no caso do erro no cálculo de contratações de empréstimo, o banco admitiu a falha, mas o sindicato argumenta que a solução proposta pelo Itaú será prejudicial aos trabalhadores. Outra crítica levantada pelo sindicato foi a falta de treinamento e incentivo dos gerentes na leitura e compreensão das regras estabelecidas.

O que acontece agora?

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Diante das dificuldades enfrentadas, os bancários encontram-se em um impasse. O sindicato, no entanto, promete continuar lutando para encontrar soluções e encoraja os trabalhadores a continuarem denunciando problemas.

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Em suma, ainda não está claro como essa situação irá se resolver, mas uma coisa é certa: os bancários merecem condições de trabalho justas e transparentes.

Imagem: SERGIO V S RANGEL / shutterstock.com

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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