Ao que tudo indica, as demissões não estão nem perto de chegar ao fim. Isso porque, com a nova medida do MPF, novos nomes podem ser dispensados, e a emissora deve tentar mudar a linha editorial e parar de apoiar atos antidemocráticos, além do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Investigação do MPF
De acordo com informações divulgadas pelo UOL, a nova investigação do MPF pode gerar diversas punições ao Grupo Jovem Pan, além de demorar alguns anos para ser concluída.
Algumas medidas que podem ser adotadas são a judicialização dos processos, multas, suspensões e até mesmo a cassação da concessão da rádio. Ou seja, a Jovem Pan corre o risco de parar de existir.
No entanto, conforme aponta o site NaTelinha, o que se diz nos bastidores é que a renúncia do empresário Tutinha da presidência do veículo foi uma das formas de impedir que a JP seja cassada pelo MPF.
Além dessa estratégia, há também a intenção de realizar uma mudança gradual, a fim de não perder público de forma expressiva. E, claro, como citado acima, mais pessoas devem ser demitidas da empresa durante os próximos dias.
Demissões da Jovem Pan
Até o momento, saíram da Jovem Pan nomes como Rodrigo Constantino, Zoe Martínez, Marco Costa, Paulo Figueiredo e Augusto Nunes.
Para compor a lista, os membros que adotam um discurso bolsonarista e golpista devem ser desligados nos próximos dias, o que deve representar uma demissão em massa.
Imagem: Divulgação/Jovem Pan