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Levantamento revela as 10 cidades mais caras do mundo para se viver

Saiba mais informações sobre quais são 10 cidades mais caras do mundo para se viver de acordo com um levantamento anual!

O relatório anual Demographic International Housing Affordability indicou quais são as cidades mais caras do mundo para se viver. Logo, aquelas localizadas na costa oeste dos Estados Unidos e no Havaí, são reconhecidamente inacessíveis para grande parte de seus habitantes.

Aliás, este fenômeno tem sido cada vez mais documentado e discutido em relatórios e estudos de viabilidade habitacional. Saiba mais informações na sequência!

Levantamento indica quais são as cidades mais caras do mundo

Vancouver, no Canadá
Vancouver (Canadá) – Imagem: Luke Lawreszuk / pixabay.com

São Francisco, Los Angeles e Honolulu são exemplos de cidades onde os custos de habitação são desproporcionais à renda média das famílias. Mas, quais são os fatores que contribuem para essa situação? Questões que vão desde politicas de utilização do solo até especulações financeiras entram em jogo.

Ainda de acordo com o relatório, a alta desproporcionalidade entre o preço das casas e a renda média dos residentes define se uma área é acessível ou não. As consequências dessa defasagem são profundas, afetando não apenas o setor imobiliário, mas também o tecido social e econômico das cidades. Confira abaixo a lista com as 10 cidades mais caras do mundo, de acordo com o levantamento.

  1. Hong Kong;
  2. Sydney (Austrália);
  3. Vancouver (Canadá);
  4. San Jose (Estados Unidos);
  5. Los Angeles (Estados Unidos);
  6. Honolulu (Estados Unidos);
  7. Melbourne (Austrália);
  8. San Francisco (Estados Unidos);
  9. Adelaide (Austrália);
  10. San Diego (Estados Unidos);
  11. Toronto (Canadá).

Qual foi o impacto da pandemia para este cenário?

É interessante observar como a pandemia influenciou essas dinâmicas quanto às cidades mais caras do mundo. O relatório aponta um crescimento na procura por residências mais afastadas dos centros urbanos, o que gerou um novo rearranjo no valor de casas em áreas até então menos valorizadas. Apesar dessa ligeira melhora em algumas regiões suburbanas, os preços nas metrópoles continuam a escalar.

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Ademais, uma das soluções destacadas para superar a inacessibilidade habitacional é seguir o exemplo da Nova Zelândia, que liberou mais terras para o desenvolvimento imobiliário. Essa política pode servir como modelo para outras nações que enfrentam crises habitacionais semelhantes.

Imagem: Luke Lawreszuk / pixabay.com