Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Líderes mundiais se manifestam a favor da democracia no Brasil

Saiba quais foram os países que se manifestaram a favor da democracia no Brasil devido aos atos de vandalismo no Palácio do Planalto.

Avatar de Victória Victória · · 2 min de leitura
Fachada do STF em Brasília com estátua

Com os atos de vandalismo que ocorreram no Palácio do Planalto, no Distrito Federal, diversos líderes mundiais se manifestaram em prol da democracia brasileira.

Isso porque os atos cometidos em Brasília são de cunho antidemocrático, pois apoiadores do ex-presidente não aceitaram o resultado das eleições presidenciais de outubro de 2022.

Tal indignação ocasionou na depredação de diversas obras de arte, mobílias, vidraças e objetos pessoais de ministros e parlamentares, tanto no Palácio do Planalto quanto no STF e Congresso Nacional. Essa é a primeira vez, em décadas, que os organismos internacionais saem em defesa da democracia do Brasil. 

Contudo, o objetivo principal de tais manifestações não é somente condenar os responsáveis pelos crimes do último domingo (8), mas sim enviar uma mensagem mundial de repúdio a atos que ferem a democracia de um país. 

Quais países já se manifestaram?

Até o momento, nesta segunda-feira (9), os governos da Colômbia e do Chile iniciaram uma ofensiva diplomática. O objetivo é obter o apoio necessário para que a Organização dos Estados Americanos (OEA) faça uma reunião de emergência do conselho. 

Assim, se isso de fato acontecer, os governos serão convidados a participar de uma votação. Essa votação deverá condenar os golpistas e reconhecer a legitimidade do atual presidente.

Além disso, será rejeitado qualquer tipo de questionamento das instituições democráticas no Brasil e em outros locais. Contudo, para que este encontro aconteça, o apelo precisa de, ao menos, 18 dos 30 países da OEA. 

O que diz o secretário-geral da OEA?

Luis Almagro, secretário-geral da OEA, classificou os atos do último domingo como “fascistas”. Além disso, ele apoiou a iniciativa de Bogotá e Santiago de fazer uma cúpula com os chanceleres. 

Entretanto, dentro do Itamaraty há o receio de que essa iniciativa possa significar, mundialmente, um sinal de que as instituições democráticas do Brasil estão fragilizadas. Ou seja, o governo federal não quer causar a impressão de que precisa de ajuda externa para garantir a democracia do país. 

Manifestações nas redes sociais 

Além dos países citados, Emmanuel Macron, presidente da França, declarou apoio a Lula em sua conta no Twitter. Confira:

Imagem: Fellip Agner / Shutterstock

Compartilhar
Seu Crédito Digital

Descubra tudo que você tem direito

Benefícios, crédito e dinheiro esquecido: veja as ofertas e ferramentas que separamos para o seu perfil.