“O telefonema me alegrou a tal ponto que eu interrompi o meu ano sabático e voltei correndo ao Brasil, porque esse amor pela Biblioteca Nacional é ilimitado e habita absoluta gratuidade, a vontade de servir à biblioteca e à retomada dos destinos do país de forma mais ampla e inclusiva”.
Novo presidente da Biblioteca Nacional revela planos
O presidente, que deve assumir o cargo em breve, enfatizou a importância dos livros e da educação no nosso país. Segundo ele, o governo e o país, de maneira geral, têm muitos desafios a serem superados no âmbito da educação e alegou acreditar no poder da leitura para combater a violência.
Lucchesi afirmou que ele irá, enquanto membro da BN, “Defender a República, a cultura, a ciência, a vacina, defender tudo aquilo que foi negado nesses últimos anos de treva e obscurantismo”.
Missão de levar a leitura a todos
Em suas declarações, Marco deixa claro o quanto deseja disseminar a leitura, a fim de atingir toda a população brasileira. Sua intenção é possibilitar o acesso de aldeias indígenas, quilombolas, presos e comunidades carentes aos livros, e ir além disso.
Ele pretende levar livros, de maneira literal, àqueles que não tiveram a oportunidade de crescer em contato com bibliotecas. O presidente acredita que a leitura pode fazer milagre, e todo cidadão deve ter direito a adentrar nesse universo mágico.
Além disso, o professor declarou ser extremamente grato aos funcionários atuais e aos que já passaram pela Biblioteca Nacional, pois foram fundamentais para a preservação de tão importante patrimônio brasileiro.
Por fim, ele acredita que o acervo presente nos prédios “pertence ao Brasil, ao povo brasileiro e também ao planeta Terra”.
Imagem: Tomaz Silva/Agência Brasil