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“Lula e Bolsonaro são vistos dançando na praia”: entenda por que as pessoas acreditam em fake news

Entenda como acontece o processo de captação e divulgação de notícias falsas, conhecidas como fake news. Veja dicas para fugir disso!

Guilherme TabosaPor Guilherme Tabosa2 min de leitura
pessoa segurando celular com o escrito "Fake News" na tela inicial

Casos de pessoas ou objetos de muita relevância são os mais sujeitos a fake news. Por exemplo, nos dias atuais, é possível que as pessoas acreditem que Lula e Bolsonaro estiveram dançando juntos na praia, ou que a vacina contra a Covid-19 foi extinta em alguns países.

Afinal, um fato inédito sempre é o mais visto, mas, necessariamente, não precisa ser o verdadeiro. Desse modo, uma série de fatores é usada nas redes sociais para que fake news ganhem grandes proporções.

A emoção e o desejo por consumir somente o que se acredita são alguns dos facilitadores para que esse tipo de crime aconteça. Entenda mais!

Fatores que ajudam o crescimento de fake news

O primeiro passo é atingir e convencer um determinado público que consuma todos os produtos de uma fonte, sejam eles verdadeiros ou não. Um desses movimentos, por exemplo, é chamar o leitor para realizar uma ação que vai evitar um acontecimento ruim.

Em seguida, o usuário vai abdicar de qualquer outra fonte que não seja a que ele consome e confia, criando assim uma bolha. Os únicos que podem entrar nela são indivíduos que compartilhem das mesmas ideias. É nessa questão que entram as redes sociais.

Com o recurso dos algoritmos, o YouTube e Instagram só vão sugerir conteúdos da mesma natureza falsa e duvidosa. Assim, a relação da fonte com o seu público é estabelecida e esse último vai disseminar as fake news.

Como fugir de fake news?

Ao entrar nessa área, a saída é quase impossível. Por isso, é sempre importante conferir a veracidade das notícias e só confiar em veículos jornalísticos conhecidos por sua credibilidade e confiabilidade.

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O consumo de mais de uma emissora de TV, canal de YouTube e páginas de Instagram também é imprescindível para construção de uma opinião própria. Também é necessário não absorver por completo tudo o que chega por grupos de WhatsApp.

Por fim, diversas ferramentas são oferecidas à população para checar informações e conferir se o que foi noticiado é de fato o que aconteceu, um exemplo delas é o “Fato ou Fake”, do portal G1.

Imagem: McLittle Stock / shutterstock.com

Guilherme Tabosa

Autor

Guilherme Tabosa

Cursando o 6º semestre de Jornalismo na UNI7. Apaixonado por escrever, esporte e surfe.

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