No início desta semana, o Bresco divulgou fato relevante para o mercado informando sobre a decisão do Magalu de rescindir o acordo e desocupar parte do espaço alugado. Dessa forma, a taxa de desocupação do fundo vai para 1,7% e a sua receita cai.
Desocupação do Magalu não deve prejudicar investidores
De acordo com o fato relevante, a varejista pretende desocupar aproximadamente 6,5 mil metros quadrados do galpão. Isso representa cerca de 9,5% da área que o Magalu alugou originalmente. Os 24,5 mil metros quadrados que sobram vão continuar com a varejista. Como o contrato entre as partes vai até 2026, o grupo vai precisar cumprir alguns requisitos para devolver o espaço.
Nesse caso, a empresa deverá dar um aviso prévio com, pelo menos, seis meses, pagar uma indenização no valor de 3 meses de aluguel referente ao espaço e devolver as carências dos últimos anos. Desse modo, o FII informou que o impacto nos repasses para os investidores será de R$ 0,01 por cota.
Fundo não muda os planos de pagamentos
Mesmo com o impacto negativo da saída do Magalu de parte do seu imóvel, o FII disse que não pretende alterar os pagamentos que fará para os seus cotistas, pois o fundo teve uma receita milionária com a venda de um imóvel, recentemente. Assim, a projeção é de que o FII vai pagar R$ 0,87 por cota para os seus investidores.
Imagem: rafapress / shutterstock.com