De acordo com uma pesquisa realizada pela AllowMe, 83% das transações realizadas atualmente acontecem via mobile e 17% via web. Com isso, a partir do crescimento do uso entre os brasileiros, os fraudadores também têm adequado suas práticas para fazer novas vítimas neste tipo de aparelho.
Mais de 80% das transações acontecem via mobile, aponta pesquisa
Pesquisa da AllowMe mostra o crescimento das transações via mobile e chama atenção para as fraudes. Saiba mais!
No entanto, o estudo mostra que as tentativas de golpes geralmente tem uma uma incidência maior em dispositivos web. Sendo assim, a cada 100 transações, 3% acontecem via web e apenas 1% via mobile.
Este cenário se explica uma vez que apesar da adequação das técnicas utilizadas para mobile, ainda é mais fácil aplicar um golpe usando um computador do que um celular, por exemplo, conforme apontam dados da pesquisa.
Desktop apresenta mais riscos do que mobile
Segundo informações do relatório da AllowMe, um desktop, usado em computadores, tende a apresentar mais riscos para fraudes do que o mobile, de celulares. Desse modo, o acesso aos golpistas é mais fácil nesses tipos de sistemas do que em telas menores, por exemplo.
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Outro dado que chama a atenção é que quanto maior é a concentração de usuários em um dispositivo, maior será o risco para fraudes. Quando o sistema está vinculado a apenas um perfil, o risco é de 0,5%. Mas, quando um único aparelho contempla três ou mais contas, o risco sobe para 5,9%.

Comprometimento de um dispositivo
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Por fim, a pesquisa mostra que um fraudador utiliza diferentes técnicas para comprometer um dispositivo, seja mobile, seja web. Assim sendo, impossibilita o rastreamento e consegue fingir ser uma pessoa que não é. Para isso, as principais são:
- Simulação de um novo IP (spoofing de IP);
- Imitação de um smartphone, tablet, computador, etc., para invadir sistemas e não ser identificado;
- Alteração de geolocalização;
- Controle da câmera de um dispositivo.
Diante dessa realidade, no ano passado, foram 17 tentativas de golpes com aparelhos comprometidos por hora.
Imagem: PopTika/shutterstock.com
