Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Morre Preta Gil, cantora e empresária, aos 50 anos por câncer

Cantora Preta Gil, de 50 anos, morre por complicações de câncer de intestino. Tratamentos no Brasil e EUA não evitaram a tragédia.

Talita FerreiraPor Talita Ferreira3 min de leitura
Morre Preta Gil, cantora e empresária, aos 50 anos por câncer

Cantora, empresária e apresentadora, Preta Gil morreu neste domingo, 20 de julho de 2025, aos 50 anos, vítima de complicações decorrentes de um câncer no intestino. A confirmação foi feita pela equipe da artista em contato com diversos veículos. Preta estava nos Estados Unidos, onde buscava tratamentos experimentais sem sucesso.

Diagnóstico, tratamentos e remissão

  • Em janeiro de 2023, Preta anunciou diagnóstico de adenocarcinoma no intestino após internar-se por dores e alterações no ritmo intestinal.
  • Foram adotados protocolos intensivos: quimioterapia, radioterapia, várias cirurgias, incluindo histerectomia e amputação de reto, além de complicações graves como sepse e internação em UTI.

Remissão e retorno da doença

  • Em dezembro de 2023, Preta anunciou remissão após reconstrução do trato intestinal.
  • Em agosto de 2024, exames detectaram novos tumores em linfonodos, peritônio e ureter, indicando metástase.

Tratamento experimental nos EUA

  • Em abril de 2025, Preta viajou aos Estados Unidos em busca de terapias experimentais, conforme revelou no “Domingão com Huck”.
  • Ela se submeteu a procedimentos em instituições reconhecidas, como Virginia Cancer Institute e Kettering Cancer Center, mas não houve resposta efetiva.

Trajetória profissional

  • Nascida em 8 de agosto de 1974, no Rio de Janeiro, Preta destacou-se nos palcos, na TV e como empresária. Era filha de Gilberto Gil e Sandra Gadelha.
  • lançou o Bloco da Preta em 2009, sucesso no Carnaval carioca; integrou novelas como Ti-Ti-Ti (2010) e participou de programas como Esquenta!.
  • Como empresária, dirigiu a Mynd Music & Marketing, fundada em 2017.

Repercussão e legado

  • A causa da morte foi atribuída a complicações do câncer intestinal com metástase, confirmadas por assessorias.
  • Preta deixa o filho Francisco Gil (Fran), músico dos Gilsons, e a neta Sol de Maria.
  • Famosos e fãs lamentaram nas redes sociais: Ivete Sangalo, Ludmilla, Regina Casé e outros destacaram seu espírito de luta.
  • Inspirou campanhas por diagnóstico precoce, como alertou no Mais Você e no Conversa com Bial sobre sinais como sangue nas fezes.

Homenagens e sensibilização

  • Espera-se que velório ocorra no Rio de Janeiro, com homenagens públicas.
  • Organizações de saúde planejam fortalecer campanhas de prevenção ao câncer colorretal, reforçadas pelo testemunho de Preta.

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Importância do diagnóstico precoce

  • Principais fatores: histórico familiar, dieta rica em gorduras, sedentarismo, álcool e tabagismo.
  • Sinais significativos: sangue nas fezes, alterações intestinais persistentes, dor abdominal por mais de 30 dias, emagrecimento abrupto e fraqueza.

Prevenção e exames recomendados

  • Colonoscopia a partir dos 45 anos ou mais cedo em caso de histórico familiar.
  • Atenção ao próprio corpo e comunicação imediata com médico ao detectar sintomas.

Conclusão

O falecimento de Preta Gil, aos 50 anos, encerra uma trajetória marcada por talento, coragem e humanização do câncer. A morte da artista reforça, com tristeza, a necessidade de conscientização e diagnóstico precoce dessa doença. Seu legado permanece não apenas na cultura brasileira, mas também na luta contra o câncer.

Talita Ferreira

Autor

Talita Ferreira

Talita Ferreira é redatora no portal Seu Crédito Digital, onde aplica seu rigor acadêmico e experiência em linguagem para tornar conteúdos econômicos, sociais e informativos mais claros e acessíveis. Doutoranda e Mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), possui também pós-graduação em Revisão Textual e em Educação, Gêneros e Sexualidade pela UniVitória. É graduada em Letras pela UFJF e tem sólida atuação em revisão, produção de conteúdo e pesquisa em linguagem.

Topicos relacionados