A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por meio de sua Diretoria Colegiada, incorporou mais tratamentos na cobertura obrigatória de planos de saúde. A aprovação ocorreu em uma reunião extraordinária da Agência na última segunda-feira (07).
Mudança nos planos de saúde: mais tratamentos são adicionados na lista de cobertura obrigatória; confira quais
Novos tratamentos foram incorporados ao Rol de Procedimentos dos planos de saúde, que entrarão em vigor em setembro. Saiba mais!
Essa decisão passa a incluir medicamentos para tratar esclerose múltipla e tecnologia de tratamento para pacientes com câncer. Leia mais informações a respeito desse assunto a seguir.
Novos tipos de tratamentos são incorporados aos planos de saúde
A ANS aprovou a inclusão de um medicamento para tratar esclerose múltipla, o Ofatumumabe, bem como uma nova tecnologia de tratamento para pacientes com tumores no pulmão, no mediastino e e esôfago, através da radioterapia de intensidade modulada.
As novas tecnologias se incorporarão ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Essa lista tem a responsabilidade de estabelecer quais tratamentos e procedimentos os planos de saúde devem obrigatoriamente cobrir.
As propostas de inclusão dessas tecnologias no rol foram submetidas diretamente à ANS. Elas passaram por uma avaliação rigorosa, que incluiu participação social e a aplicação de metodologias semelhantes às adotadas por países como Inglaterra, Canadá, Austrália e Alemanha.
Qual é o impacto da incorporação dessas tecnologias?
A partir do dia 1º de setembro, os planos de saúde terão a obrigação de cobrir o tratamento utilizando essas novas tecnologias. Isso significa que pacientes com esclerose múltipla e câncer terão mais uma opção de tratamento disponível.
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O Rol de Procedimentos lista terapias, medicamentos, exames, cirurgias e outros procedimentos, atendendo às doenças listadas na Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa relação corresponde a todas as tecnologias de saúde que compõem a abrangência assistencial obrigatória.
Para pacientes com esclerose múltipla e câncer, essas novas opções de tratamento podem significar uma melhoria na qualidade de vida e até mesmo uma chance maior de cura.
Imagem: REDPIXEL.PL/shutterstock.com
