Como vai funcionar o Free Flow?
Neste mês de janeiro, o Free Flow entrou em vigor e a tecnologia utilizada é semelhante às que estão presentes na Europa e no Chile. Ou seja, a cobrança do pedágio é feita de forma eletrônica, sem que o condutor pare ou reduza a velocidade.
Os sensores serão instalados em portais ao longo das rodovias e vias urbanas brasileiras e serão os responsáveis por checar a placa do veículo e cobrar a tarifa. Além da necessidade de parar o veículo deixar de existir, há ainda a vantagem da cobrança proporcional por trecho.
É preciso fazer alguma mudança no carro?
Não. Para poder usar a novidade, é só se cadastrar nos serviços de pagamento determinados pelo Contran ou pela concessionária responsável pela via.
Caso o condutor tenha problemas com o pagamento, o condutor terá até 15 dias para fazer a regularização.
Contudo, se o acerto não for feito, o motorista pode receber uma multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH.
Quais as vantagens do novo pedágio?
De acordo com o Contran, o objetivo é aumentar a vazão de trânsito nas rodovias, evitando, assim, o trânsito nas peças de pedágio. Além disso, com o novo sistema, a tarifa ficará mais justa para os motoristas.
Onde o sistema já funciona?
O Free Flow terá sua estreia em solo brasileiro na BR-101 (Rio-Santos) através de uma parceria entre a concessionária CCR RioSP e a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).
Apesar de o novo sistema de pedágio iniciar as operações ainda em janeiro, a cobrança só acontecerá em março deste ano.
Imagem: Deni Williams / Shutterstock.com