Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Nubank cai 20% desde a estreia na Bolsa e agora vale menos do que Itaú e Bradesco

Outras empresas do mesmo ramo do Nubank, de tecnologia em pagamentos nos EUA, também registraram queda. Entenda!

Ana Roberta de OliveiraPor Ana Roberta de Oliveira3 min de leitura
Nubank

No fim desta terça-feira (25), o valor de mercado da Nubank finalizou o dia em queda. Assim, a fintech fechou o dia avaliada em US$ 33,46 bilhões, caindo para a terceira posição no ranking de bancos mais valiosos da América Latina.

O Itaú segue em primeira posição desde o dia 14 de janeiro, e fechou ontem sendo avaliado em US$ 38,9 bilhões. Em segundo lugar, ultrapassando o roxinho, vem o Bradesco, com avaliação de US$ 34,32 bilhões.

É provável que você também goste:

Nubank: conheça os 7 maiores acionistas da fintech

Função secreta no app do Nubank revela todos os seus gastos

A terça-feira foi marcada por tensão para os papéis do Nubank. Eles chegaram a operar abaixo de US$ 7, se aproximando da mínima histórica durante pregões registrada ontem, de US$ 6,84. No fim, no entanto, acabaram fechando em alta de 2,20%, a US$ 7,42.

O Nubank acumula baixa de 17,5% desde o IPO, em 8 de dezembro, quando cada ação foi vendida a US$ 9. Se comparado com o pico de US$ 11,85 registrado no dia 10 daquele mês, a baixa é de 37,4%.

O que ocasiona a desvalorização da Nubank?

Outras empresas do mesmo ramo do Nubank, de tecnologia em pagamentos nos EUA, também registraram queda. Sendo assim, podemos observar que o movimento é generalizado. Os números das empresas de tecnologia em pagamentos tiveram queda média na Nasdaq de 5%, enquanto que os bancos seguem em alta. De março a dezembro do ano passado, o setor bancário passou por 3 altas consecutivas.

As perspectivas econômicas nos EUA sugerem que os juros que atualmente estão zerados, cheguem de 2% a 2,5%, potencializando os custos de capital para as empresas. E as de tecnologia são as que mais precisam de dinheiro.

Todavia, a economista para Estados Unidos do Citi, Veronica Clark, analisa que o discurso do Fed passou a ficar mais contracionista, na medida em que a inflação americana não dá trégua. Se antes o banco previa a primeira alta de juros nos EUA em junho, agora vê o aumento ocorrendo em março. 

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Clark não descarta que ocorra um aumento mais intenso neste começo de 2022, de 0,50 ponto porcentual. Esse movimento tende a reduzir a liquidez (disponibilidade de dinheiro) no mercado financeiro.

Enfim, quer ficar por dentro de tudo o que acontece no mundo das finanças?

Então nos siga no canal do YouTube e em nossas redes sociais, como o FacebookTwitter, Twitch e Instagram. Assim, você vai acompanhar tudo sobre bancos digitais, cartões de crédito, empréstimos, fintechs e matérias relacionadas ao mundo das finanças.

Imagem: rafapress / Shutterstock.com

Ana Roberta de Oliveira

Autor

Ana Roberta de Oliveira

Roberta Oliveira é estudante de Jornalismo e encantada pelo universo financeiro. Possui cursos de Redator Hacker e Ninja SEO. Focada em buscar novidades econômicas para o leitor, atua como supervisora de redação no Seu Crédito Digital.

Topicos relacionados