Em uma reviravolta recente no setor financeiro, a Stone e o PagBank apresentaram queixas criminais contra o presidente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Isaac Sidney. Ambas as empresas alegam que Sidney está envolvido em uma “campanha difamatória” que tem como alvo as próprias instituições de pagamento.
PagBank e Stone ajuízam queixa-crime contra presidente da Febraban; entenda o caso
Febraban enfrenta queixas criminais de Stone e PagBank em um conflito envolvendo reputação e práticas comerciais. Descubra os detalhes!
O registro da queixa aconteceu na última quarta-feira (20), conforme relatórios da Folha de S. Paulo. Segundo a denúncia do PagBank, Sidney acusou o setor de empresas independentes de máquinas de cartão de “fraude, pirataria e dissimulação”. Até o momento, não houve qualquer reação da Febraban.
O que dizem Stone e PagBank sobre as acusações do presidente da Febraban?

A Stone acusa Sidney de fazer alegações que “atacam indevida e infundadamente a reputação da companhia e a do setor em que atua”. A empresa argumenta ainda que é “falsa e infamante” a acusação de que a Stone não cumpre as leis. Segundo a empresa, isso é “inadmissível e não será tolerado”.
O PagBank concedeu uma resposta semelhante, afirmando que qualquer acusação de conduta ilegítima é uma deturpação de suas práticas comerciais. Ambas as empresas insistem que seguem todas as leis pertinentes e estão empenhadas na prestação de serviços eficientes para os empreendedores brasileiros.
Denúncias da Febraban
A Febraban já havia denunciado várias empresas, incluindo a Stone, PagBank, PicPay e Mercado Pago, ao Banco Central (BC) no começo de dezembro, por suspeita de fraudes com cartões. Os relatos destacam “práticas de eventuais operações irregulares e fictícias”, afirmando que as empresas estavam cobrando juros dos consumidores de “forma dissimulada”.
Além disso, a Febraban também acusou Carol Elizabeth Conway, presidente da Abranet, uma associação que inclui algumas das empresas de maquininhas independentes. Uma das denúncias que foram feitas se referia a uma suposta oferta de crédito enganosa desenvolvida pelas empresas.
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A Febraban argumentou que isso permitia que os estabelecimentos comerciais cobrassem o chamado “Parcelado Comprador”, incluindo um adicional no preço do produto nas compras parceladas.
Imagem: Rafapress/ Shutterstock.com
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