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Pandemia faz com que o brasileiro invista em uma reserva de emergência

Pela primeira vez, comprar a casa própria não ficou em 1º lugar na pesquisa "Raio X do Investidor", e sim, a reserva de emergência.

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A pandemia transformou a forma como o brasileiro administra as suas economias. Se antes, o cidadão usava o seu dinheiro para comprar uma casa própria ou um terreno, atualmente a prioridade é outra. Desde 2020, a pandemia chegou, e o brasileiro aprendeu a manter uma reserva de emergência.

Pela primeira vez, comprar a casa própria não ficou em 1º lugar na pesquisa “Raio X do Investidor”, realizada pela Anbima em parceria com o Datafolha. A 4ª edição do estudo entrevistou 3.408 pessoas, entre os meses de novembro e dezembro de 2020, das classes A, B e C, em todo o Brasil.

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Em suma, comprar a casa própria ficou abaixo da reserva de emergência, que foi apontado por 27% das pessoas. Em 2019, essa opção era prioridade para apenas 17% dos entrevistados. A preferência pela reserva cresceu em todas as classes sociais. Já a intenção de comprar o imóvel é opção de 26% das pessoas – já em 2019, essa fatia era de 35%.

Com a pandemia, e o isolamento social, gastar dinheiro com viagens, festas, bares e restaurantes caiu muito. Dessa forma, foi possível realizar uma reserva de emergência. De acordo com a Anbima, para 56% das pessoas que conseguiram guardar dinheiro em 2020, essa foi a principal fonte de economia. Já no ano anterior, essa fatia era de 34%. Além disso, diante das incertezas da pandemia, controlar as despesas foi uma prática recorrente para 19% dos entrevistados. 

Para Marcelo Billi, superintendente de Comunicação, Certificação e Educação de Investidores da Anbima, resta agora a pergunta, se a prática de reserva de emergência vai seguir depois da pandemia. De acordo com Billi, as pessoas podem acabar gastando o dinheiro, com o chamado “consumo de vingança”. Ou seja, com um aumento de gastos com viagens, restaurantes e compras desnecessárias após o fim da pandemia.

Por fim, Billi também acredita que a reserva de emergência pode seguir como um objetivo bem importante para o brasileiro. “As pessoas passaram por uma situação em que ter essa reserva ficou mais importante. No ano que vem, talvez a gente veja ainda mais esses traços de mudança de comportamento, o que será permanente e o que aconteceu apenas neste momento de susto”. 

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Imagem: Proxima Studio / shutterstock.com

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