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Pedágios mais caros prejudicam viajantes que querem chegar neste destino turístico

Se você está pensando em viajar, saiba que os pedágios mais caros podem atrapalhar seus planos! Entenda o plano de privatização rodoviária.

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Imagem de uma rodovia na parte de um pedágio, há um caminhão e um carro branco em destaque, mas há outros poucos veiculos

Se você está pensando em viajar, saiba que os pedágios mais caros podem atrapalhar seus planos! O destino da Zona da Mata de BH pode deixar de ser uma opção de turismo de algumas pessoas por isso.

O Governo de Minas Gerais aumentou a tarifa do trecho entre Nova Lima (região Metropolitana de BH) e Ouro Preto (região Central) para R$ 14,51. Para quem sai da região e vai em direção à capital, outras tarifas também serão sancionadas.

A nova tarifa foi aprovada seguindo o Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado, pela Câmara de Vereadores de Ponte Nova na última segunda-feira (29).

Por que os pedágios estão mais caros?

A discussão na Câmara dos Vereadores aconteceu com a Comissão de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e teve como foco o lote 7 do programa de privatizações rodoviárias. Este programa leva em consideração 190,3km de 3 rodovias do estado de Minas:

  • BR-356;
  • MG-262;
  • MG-329.

Elas cortam 11 municípios: Nova Lima, Itabirito, Rio Acima, Ouro Preto, Mariana, Acaiaca, Barra Longa, Ponte Nova, Urucânia, Piedade de Ponte Nova e Rio Casca. Essas cidades ficam na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Centro do estado e na região da Zona da Mata.

Assim, houve reajuste em 4 pontos. Além do Nova Lima, que já falamos acima, outros pedágios mais caros são o de Ouro Preto, que será R$ 11,71; Acaiaca, que será R$ 11,24; e o de Ponte Nova, que será R$ 6,58.

Motivos da decisão dos trechos

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De acordo com o deputado Leleco Pimentel (PT), ainda que não seja definitivo, é possível que estes sejam os preços finais dos pedágios, por interesse das mineradoras. Ainda há a possibilidade de redução de 20% em todos os valores.

Com a privatização de algumas rodovias, as tarifas aumentaram, mas as obras estão paradas. A BR-356, por exemplo, é uma rodovia federal, mas tem trechos pertencentes ao Estado. Por fim, para a melhoria dos trechos, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes terá que se envolver.

Imagem: Deni Williams / Shutterstock.com

Amanda Sampaio

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Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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