Entre os grupos que aderiram à tecnologia de pagamento instantâneo, vale o destaque para as presenças de bancos como o JPMorgan Chase e o Bank of New York Mellon. Ademais, a agência Reuters informou que o Pix dos EUA estava em desenvolvimento desde 2019
Pix dos EUA
Conforme nota, o Fed aponta que o Pix dos EUA pode causar uma mudança no programa de pagamentos do país.
“o novo FedNow Service permite que os bancos e cooperativas de crédito participantes transfiram recursos com segurança e eficiência instantaneamente, a qualquer dia, a qualquer hora, em nome de seus clientes”, informa o Federal Reserve.
Além disso, o Financial Times, jornal britânico, indicou o Pix dos EUA como um grande progresso para área financeira do país americano. A mídia destacou, ainda, que esse segmento está atrasado dentro da principal economia mundial, sendo um movimento importante para uma nação em que as notas e os cheques continuam bastante em uso e as transações bancárias demoram dias para serem finalizadas.
Vale ressaltar que, fora o Brasil, esse tipo de recurso já existe em diversos países, como:
- Reino Unido;
- Índia;
- Países da União Europeia.
Incentivo às instituições financeiras
Mesmo que o anúncio do Pix dos EUA tenha sido ‘celebrado’ por parte da imprensa do país, o número de adesões ainda é baixo. A tendência é que o Fed incentive outras empresas para que ofereçam a plataforma de pagamento instantâneo.
Por fim, o Fed comunicou que deve investir ‘pesado’ para atrair mais instituições financeiras para o sistema. A título de comparação, atualmente existem mais de 9 mil bancos e cooperativas de crédito nos EUA. Portanto, a maior adesão ao programa deve ser uma passo relevante na popularização da ferramenta.
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