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Políticos aprovam aumento no próprio salário na ‘surdina’; entenda

Furo de teto salarial. Políticos aprovam aumento no próprio salário na "surdina". Siga a leitura para entender o caso.

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
político de terno preto e gravata segurando bolo de dinheiro

Políticos promovem projeto de lei responsável por furar teto salarial na “surdina”. Com a silenciosa aprovação da medida, uma série de benefícios foram concedidos aos servidores ativos e inativos da Câmara Municipal, incluindo o aumento de salário. A situação aconteceu na cidade de São Paulo. 

Os vereadores da capital paulista teriam se utilizado de brecha para furar o teto salarial. Assim, siga a leitura para saber mais sobre a recente aprovação.

Políticos aumentam o próprio salário em SP

No último dia 21, por meio de votação relâmpago, foi aprovado o texto do projeto de lei que aumenta o salário dos vereadores da cidade de São Paulo e promove ainda outros benefícios aos servidores. Na ocasião, a Casa discutia o Plano Diretor.

A votação do texto que muda as regras de construção e ocupação da cidade foi adiada. Na sessão extraordinária, os políticos aprovaram o projeto de lei 266/2023, que estabelece regras para adequar as normas municipais em relação à nova lei de licitações.

Com isso, as novas regras estabelecem o teto de R$ 50 mil para bens e serviços comuns e o teto de R$ 100 mil para obras e serviços de engenharia. Já na segunda votação, no plenário, na última quarta-feira (28), o projeto de lei recebeu um substitutivo que prevê benefícios aos políticos da Casa.

Saiba mais sobre o aumento salarial

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O substitutivo de autoria da mesa diretora da Câmara Municipal, liderada pelo vereador Milton Leite (União Brasil), tratava de benefícios voltados aos políticos da Casa, incluindo o aumento de seus salários. Sendo assim, o assunto que a princípio de nada tinha vínculo com o projeto original, foi analisado, situação chamada dentro da política como “jabuti”.

Durante o plenário, o vereador Rubinho Nunes (União Brasil) fez a leitura do texto, que durou dez minutos. Por meio de votação não nominal o projeto de lei foi aprovado. 

Imagem: 2p2play / Shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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