Maiores altas em cestas básicas
Em comparação com dezembro de 2021, as capitais com maiores altas foram:
- Goiânia: 17,98%;
- Brasília: 17,25%;
- Campo Grande: 16,03%;
- Belo Horizonte: 15,06%.
Porcentagem por capital
A seguir, veja a lista do aumento do preço da cesta básica nas demais capitais:
- Belém: 14,83%;
- São Paulo 14,60%;
- Rio de Janeiro: 12,98%;
- Fortaleza 12,94%;
- Porto Alegre: 12,11%;
- Florianópolis 11,55%;
- Curitiba: 11,77%;
- Natal: 10,35%;
- Salvador: 10,13%;
- Vitória: 10,09%;
- João Pessoa: 9,99%;
- Aracaju: 8,99%;
- Recife: 6,15%.
Como fica o salário do trabalhador?
O salário dos trabalhadores ficou comprometido, especialmente para aqueles que ganham um salário mínimo. Isso porque aproximadamente 60,22% do pagamento correspondeu ao valor da cesta básica. No mesmo período de 2021, o índice registrado foi de 58,91%.
A pesquisa ainda destaca que, para que o trabalhador não fosse tão prejudicado pelos preços altos, seria necessário um aumento de 5,5 vezes no salário mínimo vigente em dezembro de 2022 (R$ 1.212). Ou seja, os brasileiros teriam que receber R$ 6.647,63.
Além disso, cabe mencionar que o estudo considerou os seguintes gastos:
- Alimentação;
- Saúde;
- Moradia;
- Educação;
- Vestuário;
- Transporte;
- Higiene;
- Previdência;
- Lazer.
Produtos mais caros
Pensando nos itens essenciais, 8 dos 13 produtos pesquisados registraram aumentos em todas as capitais que a pesquisa monitorou. Desse modo, confira quais são eles:
- Banana;
- Café;
- Farinha de trigo;
- Leite integral;
- Pão francês;
- Manteiga;
- Farinha de mandioca;
- Batata.
Além disso, demais itens da cesta básica, como arroz agulhinha e óleo de soja, também aumentaram, mas em 15 e 16 capitais, respectivamente.
Qual cidade teve a cesta básica mais cara do Brasil?
Por fim, a cesta básica com o maior valor registrado pela pesquisa do Dieese foi a da cidade de São Paulo, no valor de R$ 791,29. Esse valor foi de 70,58% do salário mínimo.
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