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Preço dos alimentos pode subir após queda da Selic; entenda

Saiba mais informações sobre como a redução da taxa Selic pode impactar no preço dos alimentos segundo um especialista!

O Banco Central anunciou a queda da taxa Selic em 0,5% na última quarta-feira (20). Dessa forma, agora ela está em 10,75%. Porém, essa decisão pode impactar diretamente no preço dos alimentos, que podem sofrer aumento.

Dessa forma, saiba mais informações sobre o que disse o professor de economia da Ibmec Rio de Janeiro, José Reinaldo Souza ao JR News. Continue a leitura!

Especialista diz que preço dos alimentos pode aumentar com a redução da taxa Selic

Carrinho de supermercado com alimentos em sentido ascendente
Imagem: Maxx-Studio / shuttertock.com

Ao ser perguntado sobre quais os impactos a taxa Selic causaria caso ela estivesse ainda mais baixa que a atual, ou seja, por volta de 9%, o especialista diz que isso poderia impactar na inflação e no preços dos alimentos.

De acordo com Souza, o Brasil contou com preços “favoráveis” no setor alimentício no ano passado. Porém, para este ano, o professor de economia prevê um cenário não muito animador para a inflação, especialmente no setor de serviços.

Ademais, ele também comentou que a demanda está aquecida devido a algumas políticas implementadas pelo governo, como o aumento real do salário mínimo e o pagamentos de precatórios atrasados. Logo, o aquecimento da economia também gera risco inflacionário, o que pode gerar impacto no preço dos alimentos.

Saiba mais sobre a queda da Selic

Com dito, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil optou por reduzir novamente a taxa Selic em 0,50 ponto percentual. Assim, a taxa de juros básica da economia passou de 11,25% para 10,75% ao ano, em uma decisão unânime entre os membros do Comitê.

Vale ressaltar que esta é a sexta redução consecutiva na taxa Selic, levando-a ao menor patamar desde fevereiro de 2022, quando estava em 10,75% ao ano. A decisão alinhou-se com a expectativa do mercado, que esperava uma redução ainda maior na taxa, de 10,25%.

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Portanto, resta saber como a decisão irá realmente impactar o preço dos alimentos e a inflação ao longo deste ano.

Imagem: Maxx-Studio / shuttertock.com