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Brasil cai 5 posições no ranking global do IDH

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O Brasil caiu cinco posições e ocupa a 84ª posição no ranking global. O resultado veio mesmo após uma melhora anual no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que compara a situação de 189 países. Assim, o relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), divulgado nesta terça-feira (15), traz uma análise inédita. Isso porque coloca em debate a influência do homem sobre os recursos naturais do planeta em favor do desenvolvimento. Até então, as dimensões básicas consideradas se limitavam à renda, educação e saúde.

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Entenda mais sobre o ranking global do IDH

Nesse sentido, neste novo índice ambiental, o Brasil melhorou 10 posições globais. Já países que exploram mais seus recursos naturais, apesar de se destacarem no IDH geral, caíram. É o caso da China, que caiu 16 posições. A análise leva em consideração o índice de progresso humano ponderando as emissões de dióxido de carbono e o consumismo, por exemplo.

“Como este relatório mostra, nenhum país no mundo atingiu um desenvolvimento humano muito alto sem colocar uma pressão enorme sobre o planeta, mas podemos ser a primeira geração a corrigir este erro. Esta é a próxima fronteira do desenvolvimento humano”, afirmou Achim Steiner, administrador do Pnud.

Confira o resultado do IDH geral

No total, o IDH brasileiro aumentou 0.003, de 0.762, em 2018, para 0.763, em 2019. De acordo com a coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Pnud Brasil, Betina Barbosa, essa melhorias são constantes, mesmo que ocorram de forma mais lenta. “Podemos dizer que tivemos um crescimento lento e que não expressa uma melhoria significativa no desempenho do IDH Brasil”, destaca.

Portanto, mesmo que não tenha havido nenhum progresso real de um ano para o outro, quando ajustamos o IDH total à desigualdade, o país tem perda de 0,57. E isso se reflete em um decréscimo de 25,5% no resultado final. Por fim, o índice coloca o Brasil acima da média de disparidade da América Latina e Caribe. Na região, as perdas giram em torno de 17,9%.

Resultados não refletem pandemia

Por fim, é importante lembrar que os números do novo relatório não avaliam, no entanto, os impactos da pandemia da covid-19. As projeções dão conta de que, ao contrário do histórico de progressos, em 2020, em razão da crise de saúde global, haja uma quebra dessa curva que vinha subindo.

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Imagem: Panchenko Vladimir/shutterstock.com

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