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Reforma do IR: economistas temem que mudanças prejudiquem empresas e causem endividamento

Reforma do IR: economistas temem que mudanças prejudiquem empresas e causem endividamento. Saiba mais sobre as alterações previstas.

Bruna ValtrickPor Bruna Valtrick⏱ 2 min de leitura
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De acordo com especialistas, este não é um bom momento para aprovar a Reforma do Imposto de Renda. Isso porque, segundo eles, isso pode aumentar ainda mais as incertezas agravadas pela pandemia da covid-19, e também pelas crises dentro do governo Bolsonaro.

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Com isso, se o governo insistir na reforma, o resultado será um sistema mais complexo. Desse modo, haverá perda de arrecadação para os cofres públicos e o aumento do fenômeno da pejotização; além, é claro, do estímulo ao endividamento das empresas. Então, para saber mais, continue a leitura!

Reforma do IR: especialistas temem que mudanças prejudiquem economia

Além disso, segundo a visão dos especialistas, o governo e o Congresso tentam aprovar a reforma de forma irresponsável. E em uma realidade que já não faz parte da transformação digital atual. Em estudo publicado pela FGV, o alerta é de que o Brasil “sofre hoje uma doença de apostar alto demais em respostas simplistas e fáceis para resolver questões complexas”.

Vale dizer que a reforma aprovada pela Câmara, e que agora espera análise pelos senadores, altera o Imposto de Renda cobrado sobre pessoas físicas, empresas e também investimentos. Em geral, o texto reduz as alíquotas tanto para pessoas físicas (IRPF) quanto para empresas (IRPJ), mas volta com a cobrança de uma taxa sobre a distribuição de lucros e dividendos, que estavam isentos no Brasil há 25 anos.

Por fim, para os autores do estudo, um dos maiores problemas é que a pandemia produziu uma aceleração da mudança da economia; sobretudo com o uso de novas tecnologias digitais. E isso coloca o país em uma nova realidade, inclusive com implicações para o sistema tributário.

Atualmente, além da reforma do IR, a Câmara também discute um projeto que cria a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Senado, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) para Estados e municípios.

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Imagem: BrazStudio / Shutterstock.com

Bruna Valtrick

Autor

Bruna Valtrick

Graduada em Jornalismo, apaixonada por escrita, linguagem e comunicação. Experiência em marketing digital e em redação publicitária.

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