O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao presidente Jair Bolsonaro que é necessário cortar as deduções de saúde e educação do Imposto de Renda para que o benefício médio do Renda Brasil chegue aos R$ 300.
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A criação do Renda Brasil está condicionada a uma reformulação de programas considerados “ineficientes” pela equipe econômica, como abono salarial, seguro-defeso, entre outros.
Nesta terça-feira (25), Bolsonaro disse a parlamentares que pretende manter o valor do Renda Brasil igual às últimas parcelas previstas do auxílio emergencial de R$ 300. Ao mesmo tempo em que o presidente Jair Bolsonaro aumentou a sua popularidade com o auxílio emergencial, pode ter sua imagem desgastada se oferecer um valor menor do que o que será pago nas últimas parcelas do auxílio emergencial.
Guedes afirmou ao presidente que é possível ampliar o valor para R$ 300, desde que aconteça um corte nas deduções do Imposto de Renda. De acordo com os dados da Receita Federal, os mais ricos são os mais privilegiados com o abatimento de despesas médicas e educacionais da base de cálculo do imposto.
Cabe ressaltar que um estudo do Ministério da Economia aponta que as deduções acabam favorecendo os mais ricos, pois eles acabam concentrando a maior parte das deduções.R
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Imagem: rafastockbr via shutterstock
