Redzepi usou as redes sociais para explicar o foco do novo projeto, batizado de “Noma 3.0”. Assim, a intenção é dedicar o local à inovação no mercado alimentício.
Prêmios
O restaurante ganhou cinco vezes como melhor do mundo por meio do prêmio The World’s 50 Best Restaurants. Além disso, conta com três estrelas Michelin.
Os preços não são nada convencionais, visto que os fãs de gastronomia chegam a viajar até a Dinamarca para pagar US$ 500 por pessoa, a fim de desfrutar de um jantar no Noma. O restaurante é muito refinado, e o Noma busca investir nos ingredientes locais, como coração de rena grelhado sobre cama de pinho.
Apesar do alto preço para consumir no restaurante, René Redzepi destaca que a conta não fecha para pagar seus quase 100 funcionários de maneira justa. Isso porque a ideia é manter o alto padrão da cozinha e cobrar preços que os clientes consigam pagar.
O que esperar das mudanças?
Primeiramente, de acordo com o proprietário, ainda que as coisas mudem, a intenção de abrir o restaurante de forma sazonal em diferentes lugares não foi descartada. Vale destacar que o estabelecimento operou por 20 anos.
A ideia agora é ser um “laboratório de comida” e desenvolver novos pratos para a operação de e-commerce, o Noma Projects.
“Servir os clientes ainda será parte de quem somos, mas ser um restaurante não nos definirá mais”, destaca a publicação que em nota explica que não atenderá mais clientes no próximo inverno.
Além disso, o restaurante destaca que deseja criar uma “organização duradoura dedicada ao trabalho inovador em comida”.
Repercussão mundial
Como o Noma é um restaurante extremamente renomado, seu fechamento vai repercutir pelas cozinhas de todo o mundo, visto que, desde sua inauguração, a casa mudou a alta gastronomia através de seus pratos únicos.
Imagem: Reprodução/Instagram